Telediagnóstico: o que é, como funciona, vantagens e atuação no Brasil

Por Dr. José Aldair Morsch, 29 de outubro de 2018
Guia basico de eletrocardiografia telediagnostico

Quer saber como o telediagnóstico funciona? Estou falando da participação decisiva da tecnologia para ampliar o acesso da população a exames importantes, por vezes, até com acréscimo de qualidade.

Com o telediagnóstico, doenças, lesões e até tumores podem ser identificados de modo precoce e acertado, contribuindo para o sucesso do tratamento.

É por isso que ele está presente em diversas clínicas, hospitais e consultórios, sejam particulares ou integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Neste artigo, vou trazer todos os detalhes sobre esse processo, explicando também a sua relação com os conceitos de telemedicina e telessaúde.

Você também vai conhecer suas vantagens e os pontos de atenção, além de descobrir quando o telediagnóstico é utilizado, considerando os principais exames interpretados de forma remota.

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Vamos em frente?

O que é telediagnóstico?

Médico com tablet na mão interpretando exames

O que é telediagnóstico?

O telediagnóstico consiste na avaliação de exames médicos à distância, realizada com o apoio das tecnologias da informação e comunicação (TICs).

Não se trata, portanto, da realização de qualquer método de análise clínica ou de investigação de doenças sem a presença de um profissional de saúde.

Por suas características, o telediagnóstico representa um avanço contra barreiras geográficas e estruturais, garantindo um maior acesso da população a diferentes exames de saúde.

O termo telediagnóstico começou a se popularizar quando o Ministério da Saúde incluiu o serviço no Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes.

Lançado como projeto por meio da Portaria do Ministério da Saúde nº 35, de janeiro de 2007, hoje, essa iniciativa está presente na maioria dos estados brasileiros, tendo como base a Portaria MS nº 2.546, de 27 de outubro de 2011.

Conforme a legislação, telediagnóstico é o serviço autônomo que utiliza as tecnologias da informação e comunicação para realizar serviços de apoio ao diagnóstico, através de distâncias geográfica e temporal.

Como surgiu o telediagnóstico?

Junta médica fazendo reunião na sala de rx e vendo imagens de exame na parede

Entenda como surgiu o telediagnóstico

O telediagnóstico não é tão novo ou futurista como talvez você possa pensar. Um de seus primeiros relatos data de 1974, tendo sido conduzido por um dos hospitais mais conceituados do mundo, o Massachusetts General Hospital, em parceria com a universidade de Harvard.

Naquela época, a tecnologia não era tão avançada como a de hoje em dia. Para você ter uma noção, a televisão utilizada no consultório tinha apenas 17 polegadas.

Os médicos observaram que, apesar de haver grande variabilidade entre os pacientes, as queixas costumavam se repetir com grande frequência.

Por isso, na maioria dos casos, o diagnóstico feito à distância era condizente com o diagnóstico clínico.

Já naqueles anos, foi observado que dados vitais, exames e entrevistas clínicas podiam ser transmitidas à distância com rapidez e eficácia.

Ao final do estudo, 96,5% dos clínicos que atendiam presencialmente consideraram o telediagnóstico como uma ferramenta satisfatória.

Hoje, já levamos esse conceito a um novo patamar. As novas tecnologias de telediagnóstico permitem ainda maior segurança de dados, definição das imagens e interação entre médicos.

Se antes o telediagnóstico era visto com desconfiança, hoje ele é visto como um poderoso aliado.

Como se relacionam o telediagnóstico, a telessaúde e a telemedicina?

Médico fazendo telediagnostico telemedicina

Diferenças entre telediagnóstico, telessaúde e telemdicina

Como expliquei acima, o telediagnóstico é um serviço que faz parte da telessaúde. Podemos entender a telessaúde como um sistema amplo de prestação de serviços à distância, com a ajuda das TICs.

Não apenas vale para diagnósticos, como também está presente na educação, por meio da tele-educação sanitária. Também em saúde, na administração e gestão de unidades de saúde, e nas redes de investigação e tele-epidemiologia.

Quanto à telemedicina, é uma parte importante da telessaúde, responsável pelas soluções de transmissão e compartilhamento de informações médicas à distância, especificamente falando da interpretação de exames médicos realizados em áreas remotas, onde não há um especialista para laudar.

Essa é uma disciplina que usa tecnologias de diagnóstico para possibilitar a geração de laudos médicos à distância, com o apoio das TICs.

O telediagnóstico, por sua vez, é o braço da telemedicina que permite avaliações médicas e investigações em saúde a partir da observação de imagens geradas em exames, junto a informações clínicas do paciente.

Significa, portanto, que a telemedicina não compreende apenas diagnósticos, já que também pode ser utilizada para se obter uma segunda opinião médica, por exemplo.

O telediagnóstico é seguro?

Médico laudando no computador

A segurança no telediagnóstico é a mesma que um serviço bancário

Assim como qualquer outro serviço prestado à distância, o telediagnóstico evoluiu, e continua evoluindo, conforme o avanço das tecnologias em saúde.

Por isso, atualmente, o telediagnóstico conta com imagens de alta resolução, graças a uma combinação entre aparelhos digitais e softwares modernos.

Assim, especialistas interpretam imagens de qualidade, favorecendo um diagnóstico confiável e seguro. Vale destacar que os laudos produzidos à distância são assinados digitalmente pelo especialista responsável.

Também, o compartilhamento das informações de saúde do paciente ocorre somente por meio de plataformas de telemedicina, que são acessadas apenas por meio de login e senha, e que têm respaldo na legislação brasileira.

Tanto o telediagnóstico como as plataformas de telemedicina são regulamentados por normas do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A já citada Portaria MS nº 2.546/11, que trata do Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes, e a Resolução CFM Nº 2.107/14, que regula a telerradiologia, são exemplos de diretrizes que estabelecem que os laudos on-line devem ser produzidos e assinados apenas por especialistas.

As informações colhidas durante os exames também são armazenadas de forma segura nas plataformas de telemedicina, pois ficam arquivadas na nuvem, eliminando o risco de perda ou extravio de resultados em papel.

Por que confiar em um laudo à distância?

Médico fazendo telediagnóstico em vários dispositivos

veja quais indicadores podem dar confiabilidade a um laudo a distância

Como qualquer nova tecnologia, o telediagnóstico pode ser visto com desconfiança por quem deseja contratá-lo, e isso é natural. Na verdade, todas as invenções passam por esse período, que seleciona as melhores para continuarem no mercado.

Por isso, separei os 3 principais pontos de desconfiança em relação ao laudo à distância, e vou falar sobre como ele consegue otimizar vários indicadores. Confira a seguir.

1. Segurança das informações

A desconfiança mais comum em relação ao telediagnóstico diz respeito à segurança. Afinal, será que os dados do paciente estarão seguros viajando pela internet?

E se acontecer alguma queda de energia?

Não há risco de invasão por hackers?

Essas perguntas eram muito pertinentes alguns anos atrás. No entanto, atualmente, o telediagnóstico utiliza a tecnologia da criptografia ponta a ponta.

Nela, os exames são enviados totalmente criptografados, só podendo ser “decifrados” pelo computador de quem recebe.

Dessa forma, mesmo que haja intercepção no meio do caminho, o exame não poderá ser lido.

2. Qualidade do diagnóstico

Outra questão bem frequente está relacionada com a capacitação dos profissionais que atuam à distância. Eles são, na verdade, escolhidos cautelosamente, dado o grande volume de exames que recebem.

A especialização é a mesma da do profissional que lauda fisicamente. Como seu trabalho envolve apenas interpretação gráfica, não há perda de qualidade no telediagnóstico.

3. Economia de recursos

A terceira questão mais levantada é em relação à economia. Afinal, para contratar um serviço de telediagnóstico, você inevitavelmente terá que contratar um plano profissional, com condições e taxas específicas.

É preciso levar em conta, no entanto, que os profissionais físicos também consomem recursos. Além disso, eles incluem os custos com transporte, alimentação e hospedagem na precificação final de seus serviços.

Por isso, o telediagnóstico tem o potencial de ser ainda mais barato do que contratar um médico presencial para laudar os exames.

Como funciona o telediagnóstico e a telemedicina?

telediagnostico como funciona na prática

Médico avaliando imagens de exames do paciente no computador e no prontuário em papel

O processo de telediagnóstico é simples e rápido. Primeiro, o profissional responsável pela condução do exame de imagem, que pode ser um técnico em enfermagem, radiologia ou outras disciplinas, realiza o exame, usando para isso um equipamento digital.

Combinado a um software instalado em um computador, esse aparelho é capaz de gerar registros em pixels, que são os menores pontos em uma imagem digital.

Os dados coletados no exame são salvos em arquivos DICOM, JPEG, PDF ou outros formatos, de acordo com cada equipamento.

Visíveis na tela do computador, as imagens são armazenadas e compartilhadas via plataforma de telemedicina.

A partir desse momento, o especialista da empresa de telemedicina acessa a plataforma usando login e senha, visualizando as imagens e as informações clínicas do paciente.

O médico pode, então, analisar a imagem e realizar ajustes, como no zoom ou no contraste.

Após interpretar os dados, o especialista registra suas impressões e conclusões em um laudo médico, que é assinado digitalmente.

Dessa forma, o laudo à distância pode ficar pronto em minutos, em um processo muito mais rápido do que o convencional.

Esse documento fica disponível para profissionais de saúde e pacientes, na plataforma de telemedicina. Se necessário, o laudo pode ser impresso.

Quais são o exames mais comuns no telediagnóstico

telediagnostico exames

Médica interpretando um rx de tórax no computador, junto com o paciente

Por agregar agilidade aos laudos de exames, o telediagnóstico tem sido usado não apenas para ampliar o acesso a esses documentos, mas também durante urgências.

Vou falar agora sobre seus usos mais comuns.

Cardiologia

Nesse cenário, exames cardiológicos, como eletrocardiograma (ECG) digital, holter e MAPA, estão entre os mais comuns.

Eletrocardiograma é um exame que monitora os batimentos do coração, podendo ajudar no diagnóstico de doenças e outras condições que possam atingir o órgão, como o infarto do miocárdio.

O Holter de ECG digital, por sua vez, é um teste que usa um dispositivo compacto, chamado Holter, para estender os registros da frequência cardíaca por 24 horas ou mais. Por fim, MAPA é a sigla para monitorização ambulatorial da pressão arterial, que é feita no decorrer de 24 horas.

Neurologia

Instrumento capaz de apontar hemorragias, epilepsia, tumores cerebrais e outras patologias neurológicas, o eletroencefalograma (EEG) também pode se beneficiar do telediagnóstico. Esse é um exame que mostra a atividade elétrica do cérebro.

Outro tipo de método diagnóstico que pode ser laudado à distância é a polissonografia. Ela revela padrões e alterações do organismo durante o sono, como atividade do cérebro e respiração, além de apnéia obstrutiva do sono.

Radiologia

Nesse campo, o telediagnóstico está disponível para exames gerais, como raio-X do tórax, tomografia, mamografia, densitometria óssea e ressonância magnética.

Veja mais sobre eles:

  • a radiografia comum usa raios X para obter imagens de partes internas do corpo;
  • a tomografia computadorizada usa a mesma radiação, mas registra as imagens de diversos ângulos;
  • mamografia é uma radiografia das mamas;
  • a densitometria óssea é usada no diagnóstico de males como a osteoporose, por meio de dados sobre a densidade do tecido ósseo;
  • a ressonância nuclear magnética não usa radiação ionizante, mas sim um campo magnético para colher imagens de alta resolução das estruturas anatômicas.

Pneumologia

Também conhecida como prova de função pulmonar, a espirometria pode se beneficiar do telediagnóstico.

O teste avalia a capacidade pulmonar, ajudando na detecção de doenças como asma brônquica (inflamação dos brônquios) e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica).

Quem assina o telediagnóstico?

telediagnóstico

Confira quem é o responsável por fazer o telediagnóstico

Laudos de telediagnóstico só podem ser assinados por especialistas da área do exame realizado.

Quando o diagnóstico é feito à distância, esses documentos são assinados digitalmente. No caso de raio-X, tomografia e mamografia, por exemplo, um radiologista será o responsável pelo telediagnóstico.

Algumas vezes, esses médicos também precisam ter conhecimentos aprofundados sobre o exame, como na interpretação do eletroencefalograma.

Diagnósticos do EEG, sejam presenciais ou à distância, exigem a assinatura de um neurofisiologista clínico, ou eletroencefalografista.

Quais são as vantagens de usar o telediagnóstico?

telediagnostico no tablet

Veja todas as vantagens de usar o telediagnóstico

O telediagnóstico reúne uma série de benefícios, tanto para pacientes quanto para clínicas e hospitais que usam o serviço. Vamos conhecer os principais?

Agilidade

Como citei anteriormente, o processo do telediagnóstico confere agilidade aos laudos, que podem ser emitidos em apenas 30 minutos.

Essa rapidez produz um impacto bastante positivo, não apenas para diagnósticos de urgência, como infartos, mas também em caso de doenças graves.

A maioria dos tipos de câncer, por exemplo, tem maiores chances de cura quando o diagnóstico é precoce.

Redução de custos com especialistas presenciais

Tanto o paciente quanto as unidades de saúde podem economizar utilizando o telediagnóstico.

Isso porque, com esse serviço, não é mais preciso se deslocar até centros de referência ou consultórios para obter laudos de qualidade.

No caso de clínicas e hospitais, com o telediagnóstico, há redução de custos na contratação de especialistas para cobrir todo o horário de funcionamento da unidade.

Cobertura de férias

Contar com especialistas de uma empresa de telemedicina também ajuda nos momentos em que os funcionários das unidades de saúde estiverem ausentes, como durante férias, feriados e eventos.

Segunda opinião

Em caso de dúvida nos resultados de exames, as equipes médicas podem contar com os conhecimentos dos especialistas da empresa de telemedicina para uma segunda opinião.

Quais são as desvantagens do telediagnóstico?

Embora apresente muitos benefícios, o telediagnóstico requer imagens digitais, que só são produzidas por equipamentos de alta tecnologia.

Esses aparelhos costumam ter um custo mais alto, além de exigirem profissionais treinados, pois cada um tem suas particularidades no manuseio.

Portanto, é recomendado estudar as opções disponíveis antes de investir na compra de equipamentos digitais.

Clínicas e hospitais podem avaliar se não seria mais vantajoso alugar ou usar os dispositivos em comodato.

Nesse regime, o cliente contrata um número de laudos on-line e ganha o direito de usar aparelhos digitais sem pagar nada a mais por isso.

Como é o Telediagnóstico no Brasil

Como mencionei acima, a criação de uma iniciativa voltada para a telessaúde no SUS, chamada Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes, popularizou o uso do telediagnóstico em unidades de saúde públicas.

O Telessaúde Brasil Redes surgiu para melhorar a qualidade do atendimento da atenção básica no SUS.

Estados brasileiros que iniciaram atividades de telediagnóstico na década de 2000, como Santa Catarina, têm redes estruturadas — quase 90% dos municípios catarinenses estão cobertos pelo serviço de telediagnóstico.

Além do telediagnóstico, o programa tem outras três frentes: teleconsultoria, tele-educação e segunda opinião formativa.

Para oferecer serviços de telediagnóstico, empresas de telemedicina que atuem como núcleos do programa precisam contar com softwares e outras tecnologias, além de especialistas qualificados para laudar os exames.

De acordo com a legislação, o tempo de resposta para os laudos à distância de exames eletivos deve ser de no máximo 72 horas.

Telediagnóstico nas cidades do interior

Apesar dos avanços na saúde pública, a maior parte dos especialistas ainda está concentrada nos grandes centros urbanos.

Foi o que revelou a pesquisa Demografia Médica 2018, realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com o apoio do CFM e do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

Segundo o estudo, o Brasil tem 452.801 médicos, o que significa 2,18 médicos por mil habitantes. No entanto, apenas 39 cidades, que têm mais de 500 mil habitantes, concentram 60% da mão de obra disponível.

Longe dessas áreas, o acesso a exames e laudos de qualidade costuma ser demorado, pois os pacientes precisam se deslocar até centros de referência.

Mas esse cenário está mudando aos poucos, graças à maior oferta do telediagnóstico nos municípios brasileiros.

Com a telemedicina, clínicas locais podem treinar técnicos para realizar os exames e contar com o telediagnóstico para a emissão de laudos confiáveis.

Telediagnóstico nas cidades do interior

Apesar dos avanços na saúde pública, a maior parte dos especialistas ainda está concentrada nos grandes centros urbanos.

Foi o que revelou a pesquisa Demografia Médica 2018, realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com apoio do CFM e do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

Segundo o estudo, o Brasil tem 452.801 médicos (razão de 2,18 médicos por mil habitantes).

No entanto, apenas 39 cidades, que possuem mais de 500 mil habitantes, concentram 60% da mão de obra disponível.

Longe dessas áreas, o acesso a exames e laudos de qualidade costuma demorar, pois exige que pacientes se desloquem até centros de referência.

Mas esse cenário está mudando aos poucos, graças à maior oferta do telediagnóstico nos municípios brasileiros.

Com a telemedicina, clínicas locais podem treinar técnicos para realizar os exames, e contar com o telediagnóstico para emissão de laudos confiáveis.

Qual é o papel da Telemedicina Morsch na emissão de laudos a distância

telediagnostico na Telemedicina Morsch

A Telemedicina Morsch é uma plataforma completa de atendimento remoto

Como vimos até aqui, com o telediagnóstico, sua clínica ou hospital pode ajudar na democratização do acesso a laudos de qualidade, mesmo em locais remotos.

Além de beneficiar a população local, sua unidade de saúde também pode ampliar o portfólio de serviços e aumentar as receitas.

Com a Telemedicina Morsch, sua equipe terá suporte em todo o processo, partindo da aquisição de equipamentos digitais. Sua empresa pode optar pelo comodato, e pagar apenas pelos laudos on-line enquanto durar a parceria.

Por meio de uma plataforma completa, técnicos em enfermagem e radiologia também poderão receber capacitação e ter acesso a informações disponíveis online, 24 horas por dia.

Os dados dos exames são armazenados em sistemas como o PACS (Picture Archiving and Communication System), eliminando a necessidade de espaço físico para arquivamento.

Além disso, com a plataforma, é possível cruzar dados e fazer pesquisas no histórico do paciente, o que resulta em maior apoio aos diagnósticos.

Conclusão

Neste artigo, abordei a importância e o funcionamento do telediagnóstico no Brasil.

Ficou claro que esse serviço tem contribuído para aumentar o acesso a laudos de qualidade, produzidos à distância, o que é vantajoso para o paciente e para unidades de saúde.

Que tal contar com o telediagnóstico em sua clínica ou hospital? Permita que a Telemedicina Morsch ajude você e sua equipe a oferecer mais serviços, de forma simples e que cabe no seu orçamento. Entre em contato e confira opções vantajosas para o seu negócio!

Embora o telediagnóstico pareça uma ferramenta futurista, ele já está presente em nossa realidade.

Ele tem o potencial de se tornar ainda mais rápido no futuro, além de mais econômico e eficaz.

Afinal, sua evolução acompanha o fluxo de desenvolvimento da tecnologia, que também não para de crescer.

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Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG - Fundação Universidade do Rio Grande - RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica pela PUCRS. Linkedin

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