Eletrocardiograma: como é feito o exame ECG e para que ele serve?

Por Dr. José Aldair Morsch, 20 de fevereiro de 2024
Eletrocardiograma

Rápido e não invasivo, o eletrocardiograma é um dos principais exames cardiológicos.

Ele faz parte da avaliação pré-cirúrgica, investigação de doenças, check-up médico, entre outras rotinas de clínicas, consultórios e hospitais.

Daí o interesse de médicos de todas as áreas e outros profissionais de saúde no funcionamento, indicações e interpretação do ECG.

Neste artigo, apresento um panorama completo sobre o tema, incluindo informações sobre o aparelho de eletrocardiograma e como otimizar a emissão de laudos com a telemedicina.

Acompanhe até o final e conheça soluções sob medida para esse exame.

O que é eletrocardiograma (ECG)?

Eletrocardiograma é o exame que avalia a atividade elétrica do músculo cardíaco.

Para isso, são usados eletrodos fixados no tórax e extremidades dos braços e pernas do paciente.

Durante a realização do eletrocardiograma, eles detectam os impulsos elétricos e os traduzem em gráficos de linha.

É nesse traçado que se podem observar as chamadas ondas do ECG.

Na interpretação do exame, elas serão comparadas com padrões específicos para identificar anormalidades.

Para que serve o eletrocardiograma?

O eletrocardiograma é útil para uma série de finalidades.

Entre elas, vale citar:

Sempre lembrando que a escolha pelo exame é uma decisão médica.

O que o eletrocardiograma detecta?

Por permitir a análise do ritmo cardíaco, o ECG auxilia no diagnóstico de uma série de condições patológicas, como as arritmias.

Outros exemplos são:

A seguir, esclareço a diferença entre ECG e ecocardiograma.

Qual a diferença entre eletrocardiograma e ecocardiograma?

Embora ambos sejam procedimentos cardiológicos com nomes semelhantes, há diferenças no tipo de exame.

O eletrocardiograma é um exame eletrofisiológico que emprega um monitor conectado por cabos a eletrodos para captar impulsos elétricos do coração.

Já o ecocardiograma é uma ultrassonografia do coração, que forma imagens a partir da emissão e captação de ondas sonoras.

Esse exame de imagem mostra detalhes da anatomia e funcionamento cardíacos em tempo real, sendo muitas vezes pedido para complementar ou esclarecer os resultados do ECG.

Como funciona um eletrocardiograma?

O aparelho de eletrocardiograma é composto de um sistema eletrônico capaz de captar os estímulos elétricos produzidos pelo coração.

Ele amplia o sinal do batimento, que é captado pelos eletrodos e enviado ao monitor do eletrocardiógrafo.

Depois, o sinal vai para um software que o transforma em um traçado visível na tela do monitor ou computador, na forma de um gráfico.

Cada combinação entre eletrodos (derivações do ECG) retrata uma área do músculo cardíaco ou parede no ECG.

Quais os tipos de eletrocardiograma?

Existem três tipos de eletrocardiograma. São eles:

  • ECG de repouso: é a modalidade mais popular, referida apenas como “eletrocardiograma”. Como o nome sugere, é realizada em repouso e tem duração de alguns minutos
  • Teste ergométrico: é um ECG feito sob esforço, enquanto o paciente caminha em uma esteira ou pedala na bicicleta ergométrica. Permite avaliar o comportamento cardíaco sob estresse
  • Eletrocardiograma de longa duração: também conhecido como exame holter, estende a duração do registro da atividade cardíaca por pelo menos 24 horas. Para isso, utiliza um monitor portátil (chamado holter) conectado por cabos aos eletrodos precordiais (fixados no tórax do paciente).

Há, ainda, versões que combinam holter e MAPA (monitorização ambulatorial da pressão arterial), feitas por um mesmo aparelho que possui um manguito e eletrodos, coletando dados sobre o ritmo cardíaco e variações da pressão arterial em um mesmo monitor.

Como é feito o eletrocardiograma?

O eletrocardiograma é simples, rápido, indolor para o paciente e não invasivo.

Essas características fazem dele um exame de rotina em serviços cardiológicos e outros.

Mas é essencial observar alguns pontos para a realização do exame de maneira adequada, evitando problemas que interferem na qualidade do ECG, a exemplo dos artefatos.

Pensando nisso, reuni os principais protocolos e dicas para auxiliar o médico ou técnico de enfermagem responsável pelo eletrocardiograma a seguir.

Preparo para o eletrocardiograma

O exame não exige jejum nem grandes mudanças na rotina.

É recomendado fazer as refeições normalmente, evitando álcool e bebidas estimulantes como café, refrigerantes e chás contendo cafeína.

Isso porque o efeito estimulante pode deixar o coração acelerado momentaneamente, influenciando no resultado do ECG.

Também não é recomendado praticar exercício físico no dia do exame.

Antes do procedimento, o paciente deve tomar um banho e secar a pele com cuidado, sem aplicar desodorante, cremes e outros cosméticos no tórax, punhos e tornozelos.

Outra dica é vestir roupas confortáveis e que permitam a exposição do peito com facilidade, como camisetas e blusas com botões.

Não se deve usar sutiãs com aro e é necessário retirar objetos metálicos antes de iniciar o ECG.

Caso tenham muitos pelos no tórax, os homens podem precisar que sejam removidos para garantir a fixação dos eletrodos do eletrocardiógrafo.

Posição do paciente no eletrocardiograma

A posição depende do tipo de eletrocardiograma realizado.

Para o ECG de rotina, o paciente é posicionado em decúbito dorsal ou deitado de barriga para cima sobre uma maca para ter o ritmo cardíaco avaliado.

Já no teste de esforço ou ergométrico, os parâmetros são medidos enquanto ele se exercita em uma esteira ou bicicleta ergométrica.

E durante o holter 24 horas, o paciente permanece com o aparelho de ECG enquanto executa as tarefas do dia a dia.

Posicionamento dos eletrodos no eletrocardiograma

Antes de colocar os eletrodos, é necessário higienizar a pele do paciente e fazer tricotomia, se houver pelos nas áreas de fixação.

Use um algodão com álcool a 70% para fazer a higienização.

Em seguida, posicione os eletrodos periféricos da seguinte forma:

  • Vermelho (R): no braço direito (Right)
  • Amarelo (L): no braço esquerdo (Left)
  • Verde (F): na perna esquerda (Foot)
  • Preto (N): na perna direita (Neutro).

Depois, aplique o gel condutor de eletricidade nos pontos onde os eletrodos precordiais serão postos e coloque-os de acordo com as instruções:

  • O primeiro eletrodo torácico (V1) precisa ficar no 4º espaço intercostal, à margem direita do esterno
  • O segundo (V2) fica no 4º espaço intercostal, à margem esquerda do esterno
  • O terceiro (V3) deve ser inserido no espaço entre V2 e V4
  • O quarto (V4) fica no 5º espaço intercostal esquerdo, na linha abaixo do ponto médio da clavícula (hemiclavicular)
  • O quinto eletrodo (V5) deve ser posicionado também no 5° espaço intercostal, nível que V4, mais para a esquerda, na linha axilar anterior
  • O último dispositivo (V6) deve ficar no mesmo nível que V4 e V5, pouco mais para a esquerda, na linha axilar média.

Com tudo preparado, vamos ao passo a passo para realizar um eletrocardiograma.

Exame Eletrocardiograma

Eletrocardiograma é o exame que avalia a atividade elétrica do músculo cardíaco

Passo a passo para fazer o eletrocardiograma

Siga estas etapas para o ECG:

  1. Após realizar todo o preparo que comentei acima e inserir corretamente os eletrodos, faça um teste para verificar se tudo está OK.
  2. Certifique-se de que nenhum objeto metálico está próximo à maca e ligue o eletrocardiógrafo, atentando à linha que aparece no monitor.
  3. Se ela estiver dentro do padrão, com as oscilações (ondas), o exame de eletrocardiograma pode ser iniciado.
  4. Caso contrário, confira novamente os eletrodos, garantindo que estejam conectados ao monitor e com boa aderência à pele do paciente, e repita o teste.
  5. Quando estiver tudo certo, comece o registro, mantendo o aparelho de ECG ligado pelo tempo suficiente para gerar gráficos confiáveis.
  6. Desligue o equipamento e retire cautelosamente os eletrodos, em especial os precordiais.

Ao final, oriente o paciente para que tenha cuidado com a pele do tórax, que poderá ficar sensível por alguns dias.

Quanto tempo demora um eletrocardiograma?

Geralmente, o ECG de rotina tem duração entre 5 e 10 minutos.

Outras versões do exame precisam de mais tempo, a exemplo do holter 24 horas e do holter 7 dias.

Quem deve fazer eletrocardiograma regularmente?

Naturalmente, pessoas com sintomas de doenças cardiovasculares devem fazer o eletrocardiograma.

Mas há indivíduos que necessitam passar pelo exame em intervalos regulares, como estratégia de medicina preventiva.

Separei os casos em quatro grupos, que você confere a seguir.

Adultos com mais de 40 anos

Como as chances de problemas no coração aumentam com o avanço da idade, é recomendado que maiores de 40 anos incluam o ECG no check-up médico feito anualmente ou no intervalo determinado pelo cardiologista.

Pessoas com outros fatores de risco para patologias cardiovasculares podem adotar essa medida preventiva antes, por volta dos 35 anos.

São considerados fatores de risco para a saúde vascular e cardíaca:

  • Idade avançada
  • Consumo excessivo de álcool
  • Colesterol alto
  • Diabetes
  • Estresse crônico
  • Hipertensão arterial
  • História familiar de doenças cardiovasculares
  • Sedentarismo
  • Tabagismo.

Na sequência, falo sobre outros grupos que se beneficiam do ECG.

Pacientes cardiopatas

Indivíduos com diagnóstico de cardiopatias devem passar por avaliação cardiológica com ECG e outros exames em intervalos de meses ou a cada ano.

O objetivo é impedir o agravamento da doença e verificar a eficácia das medidas terapêuticas adotadas.

Atletas de alta performance

Devido à possível sobrecarga cardíaca, atletas profissionais devem ser monitorados através do eletrocardiograma e outros exames cardiológicos.

A indicação é obrigatória para homens maiores de 44 anos, e mulheres de 54 anos ou mais.

Assim como para crianças e adolescentes em início de treinamento organizado e competitivo.

Porém, o ideal é o acompanhamento contínuo junto ao cardiologista.

Trabalhadores com indicação no exame ocupacional

O ECG também é feito periodicamente como parte do exame ocupacional determinado no PCMSO de certos trabalhadores, nos termos da norma regulamentadora 7 (NR-7).

É o caso daqueles que atuam no trabalho em altura e de mergulhadores profissionais, que passam por rastreamento preventivo de males súbitos.

Contraindicações e limitações do eletrocardiograma

O exame não tem contraindicações absolutas, devido ao caráter não invasivo e indolor.

Entretanto, o ECG possui limitações em relação à curta duração, mostrando apenas a representação de alguns batimentos cardíacos.

Ou seja, o exame raramente detecta arritmias intermitentes e outras condições que não alterem o traçado do exame no momento em que foi registrado.

Outro ponto de interesse é que o ECG pode ser insuficiente para o diagnóstico de patologias que pedem diagnóstico por imagem, como malformações cardíacas.

Ou mesmo de infarto sem supradesnivelamento do segmento ST (IAMSSST), que pode não ficar evidente nos gráficos do eletrocardiograma.

Como ler o eletrocardiograma?

A leitura do eletrocardiograma considera os seguintes aspectos:

  • Frequência cardíaca, ou seja, a quantidade de batimentos por minuto
  • Análise do ritmo cardíaco, verificando se é sinusal (normal) ou alterado
  • Avaliação das ondas do ECG – lembrando que cada batimento normal começa com uma onda P, seguida de um complexo QRS e uma onda T
  • Cálculo do eixo elétrico e alterações no segmento ST (período de não atividade entre a despolarização e a repolarização ventricular)
  • Outras anormalidades eletrocardiográficas.

A seguir, descrevo exemplos de resultados normais e anormais.

Eletrocardiograma normal

Ritmo sinusal, frequência cardíaca de 71 batimentos por minuto.

Eixo de ativação elétrica ventricular aproximado de 60º.

Intervalo PR de 0,16 segundos, intervalo QT de 0,38 segundos.

Ausência de arritmias, sobrecargas ou isquemias agudas importantes.

Conclusão: Exame dentro dos limites da normalidade.

O exemplo citado acima é de um exame normal, como é possível verificar na imagem:

Laudo de ecg de repouso

Exemplo de laudo de eletrocardiograma normal

Existem ainda situações consideradas normais se não existir nenhuma outra alteração nos exames de investigação complementar.

Por exemplo:

Quando alterações são identificadas, a análise muda, como explico a seguir.

Eletrocardiograma anormal

Ritmo sinusal, frequência cardíaca de 66 batimentos por minuto.

Eixo de ativação elétrica ventricular aproximado de 60º.

Intervalo PR de 0,16 segundos, intervalo QT de 0,38 segundos.

Presença de corrente de lesão em parede ântero-septal, infarto agudo em evolução.

Sugiro encaminhar urgente para um cardiologista.

No caso descrito acima, o paciente está infartando e necessita de tratamento urgente.

Veja outros exemplos de resultados anormais no ECG:

  • Bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro graus
  • Presença de zona inativa inferior
  • Presença de fibrilação atrial controlada
  • Taquicardia sinusal
  • Sobrecarga de ventrículo esquerdo
  • Fibrilação atrial de alta resposta ventricular
  • Taquicardia supraventricular
  • Flutter atrial
  • Sobrecarga de átrio esquerdo
  • Sobrecarga de ventrículo direito
  • Sobrecarga biventricular
  • Wolff–Parkinson–White
  • Long-Ganong-Levine.

Entendidas as diferenças entre o ECG normal ou alterado, vamos ao laudo do exame.

Como é o laudo do eletrocardiograma?

O laudo do eletrocardiograma vem descrito de uma forma técnica, explicando sobre 11 fatores distintos:

  • Ritmo cardíaco
  • Intervalos dentro da atividade elétrica cardíaca
  • Bloqueios de ramo direito ou esquerdo do feixe de His
  • Distúrbios de condução intracardíacos
  • Sobrecarga de cavidades como átrios e ventrículos
  • Funcionamento de um marcapasso
  • Avaliação de atividade de dispositivos implantáveis, como desfibriladores
  • Gravidade de uma pericardite
  • Disritmias nas miocardites
  • Isquemia miocárdica, que representa falta de irrigação sanguínea
  • Infarto do miocárdio antigo não diagnosticado.

Como mencionei acima, muitas alterações descritas são chamadas de variantes da normalidade.

Ou seja, não têm implicação clínica nem representam doença.

Porém, outras alterações merecem uma investigação aprofundada.

Principalmente quando o paciente tem comorbidades como hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes ou valvulopatia.

Nesses casos, as mesmas alterações inofensivas em uma pessoa saudável podem representar complicações de saúde.

Essas condições pedem o monitoramento de um cardiologista, que adotará a conduta mais adequada, como a adaptação do tratamento medicamentoso.

Exame ECG

O eletrocardiograma auxilia no diagnóstico de uma série de condições patológicas

Telemedicina viabiliza eletrocardiograma com laudo online instantâneo

Embora a quantidade de médicos tenha crescido nos últimos anos, não é raro que haja carência de especialistas em locais remotos.

A demanda existe mesmo em cidades afastadas dos centros urbanos, que muitas vezes não contam com médicos suficientes em seu território.

Isso exige que a população tenha de se deslocar para receber os laudos de exames simples, como o ECG.

A boa notícia é que dá para romper essa barreira geográfica usando o telediagnóstico.

No sistema Morsch, disponibilizamos o serviço de laudos online, que pode ser solicitado a qualquer hora do dia ou da noite.

Basta que um técnico de enfermagem faça o eletrocardiograma normalmente e compartilhe os gráficos via plataforma de telemedicina.

Um de nossos cardiologistas qualificados interpretará os registros, considerando dados prévios sobre o paciente e a suspeita clínica.

Ele elabora o laudo, assinado digitalmente para garantir a autenticidade.

Desse modo, o resultado é liberado em até 30 minutos no sistema.

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Perguntas frequentes sobre eletrocardiograma

Neste espaço, respondo a questionamentos comuns sobre o exame.

Acompanhe!

Eletrocardiograma detecta infarto?

Sim, o ECG é capaz de detectar a maioria dos quadros de IAM, inclusive sinais de infarto antigo. Principalmente os casos típicos de infarto com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST).

Onde fazer eletrocardiograma?

Diversos estabelecimentos de saúde realizam o ECG, a exemplo de clínicas médicas que atendem a especialidade Cardiologia, clínicas populares, hospitais e até consultórios médicos de cardiologistas.

Para fazer eletrocardiograma precisa estar em jejum?

Não é necessário jejum para esse exame.

Como é feito o eletrocardiograma em mulher?

Algumas vezes, é feito ajuste na posição dos eletrodos precordiais, para que não causem desconforto nos seios. Para facilitar a colocação dos itens, é indicado usar tops ou sutiãs esportivos no dia do exame.

Como saber se o eletrocardiograma está normal?

Um eletrocardiograma normal é aquele em que não há alterações patológicas no ritmo cardíaco, ondas do ECG ou no eixo cardíaco. Geralmente, o resultado é descrito ao final do laudo médico, junto às recomendações de seguimento.

Conclusão

Apresentei neste artigo detalhes sobre o eletrocardiograma, resultados e os benefícios da telemedicina para clínicas que oferecem o exame.

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Referências bibliográficas

https://socesp.org.br/prevencao/fatores-de-risco/

https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/infarto-agudo-do-miocardio/interpretacao-do-eletrocardiograma/ 

https://aps-repo.bvs.br/aps/quando-solicitar-eletrocardiograma-na-avaliacao-medica-para-a-pratica-de-exercicio-fisico/ 

https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-7-nr-7

https://aps-repo.bvs.br/aps/o-que-e-a-sindrome-de-wolff-parkinson-white/

Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG – Fundação Universidade do Rio Grande – RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica pela PUCRS. Linkedin