O Eletroencefalograma ocupacional: o que é e para que serve?

Por Dr. José Aldair Morsch, 2 de agosto de 2016
o eletroencefalograma ocupacional

O avanço da medicina do trabalho necessitou de ajustes em exames neurológicos, levando a implementação, surgindo o Eletroencefalograma Ocupacional.

Novas tecnologias e novos métodos surgiram, otimizando os exames e aproximando-os de muitos colaboradores que precisam desses exames para poder assumir vagas em empresas.

Neste artigo vou abordar a transição do Eletroencefalograma Clínico para o Eletroencefalograma Ocupacional.

O Eletroencefalograma Ocupacional produto da Telemedicina

Com a opção de realizar os exames na própria clínica de Medicina Ocupacional, e sabendo que são exames de rotina, em colaboradores sadios, foi necessário otimizar o Eletroencefalograma de forma a ter mais agilidade em sua realização.

Essa evolução do eletroencefalograma ocupacional também permitiu uma abertura no mercado. A demanda cresceu e, consequentemente, o número de profissionais especializados também. O avanço da medicina ocupacional é percebido quando vemos o quanto é fácil obter laudos médicos com as novas tecnologias.

Solicite um orçamento

Com o crescimento econômico, a legislação passou a exigir mais cuidados por parte de empresas que possuem atividades de risco tanto para o colaborador, quanto para as pessoas que dependem de seus serviços.

As empresas de medicina do trabalho precisam trazer praticidade no serviço de exames ocupacionais, as empresas precisam oferecer um serviço que tenha, além de qualidade, muita rapidez. E isso é vantajoso tanto para o paciente quanto para as próprias empresas.

A economia no tempo do exame se resume em mais pacientes por dia e, com isso, um maior faturamento no final do mês. Para lucrar cada vez mais, é importante investir em mecanismos que possibilitem acelerar o exame.

O que mudou com o Eletroencefalograma Ocupacional?

O tempo gasto para preparar a cabeça do colaborador, bem como as manobras realizadas tiveram que ser revistos para agilizar o processo.

Houve uma redução do número de eletrodos para preparar a montagem e realizar o Eletroencefalograma Ocupacional, bem como houve uma redução das manobras.

Essa adequação permitiu dobrar o numero de exames sem perder na qualidade.

Outras atividades na rotina de realizar o exame também permitem uma otimização do tempo de cada exame.

Por isso, nesse artigo daremos 5 dicas de como aumentar os ganhos oferecendo um serviço com extrema agilidade.

Planeje para cada paciente

Para se realizar um trabalho com rapidez e eficiência, o planejamento é essencial independentemente da área. É melhor dedicar algum tempo planejando do que se perder ou se confundir na hora de realizar as tarefas.

Portanto dedique-se a realizar um planejamento “passo a passo” para cada paciente. Você se surpreenderá com o tempo economizado.

Manter uma agenda em dia, ligar na véspera do exame e confirmar o horário é muito importante para fidelizar e trazer confiança para o colaborador.

Prepare o paciente

Converse com o paciente sobre as medidas que ele deve tomar antes de realizar o exame. É importante, por exemplo, informá-lo com um dia de antecedência quais são as recomendações na hora do banho.

Diga a ele para lavar a cabeça com sabão de coco, não usar condicionador, secar completamente os cabelos antes do exame, etc.

Prepare o ambiente

Muitos minutos podem ser perdidos se não há uma verificação correta da sala onde o exame será feito. Antes de começar a instalar os eletrodos  no paciente, certifique-se de que nenhum aparelho eletrônico está ligado no ambiente, incluindo celular e ar condicionado.

Economize tempo na hora do exame

Poupe minutos também na hora em que o exame está sendo feito. É possível conseguir isso, por exemplo, reduzindo o tempo gasto na realização de cada manobra para 2 minutos.

Outra forma é descartando a manobra de foto-estímulo, pois sua realização não é necessária para exames ocupacionais.

Você também pode aproveitar a montagem reduzida de eletrodos para fazer o exame que já vem configurado de fábrica. Isso poupará um tempo considerável.

A opção do comodato de eletroencefalograma

Ao analisar os custos do eletroencefalograma para quem está abrindo uma clínica, pode pesar muito no orçamento. O preço médio á vista é em torno de R$ 15 mil reais e não são todos que possuem condições para adquirir um aparelho de eletroencefalograma com tantas outras despesas.

A telemedicina Morsch disponibiliza do equipamento médico em comodato. O cliente paga uma mensalidade e ganha todos os meses 30 laudos gratuitos.

Escolha a empresa de Telemedicina ágil

Busque por uma empresa de telemedicina que ofereçam todas as condições tecnológicas para um bom exame. A Telemedicina Morsch entrega os laudos médicos em 30 minutos.

Leve em consideração as dicas acima na hora de fazer sua escolha. Entenda que a empresa precisa oferecer experiência, excelentes especialistas e garantia dos equipamentos.

Ela também deve lhe proporcionar um grande retorno financeiro com preços justos e prazos curtos. Essa é a chave para realizar um serviço com excelência e conquistar clientes.

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Dr. José Aldair Morsch – Cardiologista – Especialista em Telemedicina

Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FURG - Fundação Universidade do Rio Grande - RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia pela PUC-RS. Pós-graduação em Cardiologia Pediátrica pela PUC-RS. Linkedin

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