Como realizar eletroencefalograma de qualidade

Por Dr. José Aldair Morsch, 4 de março de 2016
realizar eletroencefalograma

Como realizar eletroencefalograma de forma a ter qualidade e ser possível de ser interpretado usando a Telemedicina no sistema de comodato?

Uma pergunta completa que exige uma discussão sobre como realizar eletroencefalograma e também como contratar o aparelho em comodato.

Á seguir, comentarei sobre o exame, o comodato e como obter sucesso no exame.

Começo descrevendo o que é Eletroencefalograma

O eletroencefalograma é um exame médico realizado na cabeça do paciente, com eletrodos e um aparelho que transmite os dados para o computador,  usado para analisar a atividade elétrica do cérebro de maneira espontânea.

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Por meio de eletrodos colocados na cabeça do paciente é possível captar as ondas cerebrais e realizar essa avaliação do funcionamento dos neurônios.

Como a ação involuntária já existe desde o nascimento, esse procedimento pode ser usado em recém-nascidos, crianças, jovens, adultos e idosos.

Como é registrado o Eletroencefalograma?

Nesse exame, os traçados elétricos são obtidos e aumentados por meio de eficientes circuitos amplificadores, que são chamados de amplificadores diferenciais.

Essa estrutura aumenta as desigualdades de potencial de dois lugares, um com menor e outro com maior voltagem.

Dessa maneira um desenho gráfico é criado e estampado na tela do computador ou em um papel especial através de penas, claro que neste caso de penas estamos falando de aparelhos antigos analógicos.

Hoje em dia, depois da transformação dos aparelhos analógicos em digitais, esse projeto também pode ser observado no computador, por meio da telemedicina.

Para esse fim, elaboraram-se vários softwares próprios como, por exemplo, o da Telemedicina Morsch.

Os aparelhos também podem ser adquiridos no esquema de comodato.

Discutiremos agora como realizar o eletroencefalograma

Depois de baixar o curso acima, é possível se aprofundar na técnica e se preparar para realizar o exame com boa qualidade.

Para começar o exame utiliza-se uma pasta condutora para prender os eletrodos na cabeça do paciente.

Essa pasta ainda possibilitará a obtenção adequada dos sinais que serão recebidos.

Um apontamento involuntário é obtido no decorrer da vigília, com o paciente ainda acordado. Depois, realiza-se a anotação da ação cerebral em nível de sonolência e no decorrer do sono.

As diferentes anormalidades serão melhor identificadas caso realize a anotação da maior quantidade de situações possíveis.

Depois de o procedimento ser usado de maneira espontânea, são realizados os testes de ativação.

No decorrer desses testes, o paciente é induzido a fazer investidas respiratórias forçadas e rápidas por aproximadamente quatro minutos.

O exame é finalizado com a fotoestimulação alternada que pode desencadear uma crise epiléptica no momento do exame.

O paciente é colocado em frente a uma lâmpada que gera flashs com frequências diferentes. Com isso é possível identificar mais facilmente agitações cerebrais.

Diversas vezes é preciso usar um sedativo leve em crianças, uma vez que essas podem não suceder bem aos métodos usados para um resultado melhor.

Nessas circunstâncias, as anotações são feitas no decorrer do sono induzido e, por fim, a criança é acordada e observada no decorrer da condição de vigília.

O gráfico criado durante o eletroencefalograma será enviado para uma plataforma de telemedicina onde será interpretado por especialistas em tempo real e o parecer passado ao paciente, por meio de um laudo médico.

Indicações para realizar Eletroencefalograma

O eletroencefalograma é bastante sugerido em suspeitas de oscilações na atividade elétrica cerebral e em suspeitas de descargas dos padrões cerebrais.

Pacientes com sintomas de epilepsia podem ser diagnosticados através desse procedimento, da mesma forma que aqueles que apresentam sinais de distúrbios de consciência.

Diversas doenças neurológicas e psiquiátricas podem ser diagnosticadas com o eletroencefalograma, tanto as infecciosas como as degenerativas. É muito usado na identificação de tumores cerebrais, encefalites e de doenças metabólicas.

Esse procedimento também é próprio para analisar o nível do coma em determinadas situações, já que comas mais graves apresentam oscilações diferentes daqueles mais superficiais.

Ameaças do ecg e efeitos colaterais

Na maioria das vezes, o eletroencefalograma não apresenta nenhuma ameaça e nem causa efeitos colaterais.

Os eletrodos são colocados, a atividade elétrica é registrada no computador e a avaliação é feia pelo médico especialista através do sistema de Telemedicina.

Contudo, no decorrer dos testes de ativação, certos pacientes podem, eventualmente, passar por crises epiléticas.

No entanto, o desenrolar do exame provem da situação do paciente e da enfermidade a ser identificada.

Pessoas que escolherem a sedação precisam apresentar-se no local acompanhadas, uma vez que essa não será capaz de ir embora sozinha. Nessas situações o repouso é aconselhado.

Não há contraindicações para a realização do eletroencefalograma.

É um procedimento rápido, seguro, eficiente e não agressivo. A pasta colocada na cabeça sai com facilidade e nenhum incomodo é produzido.

Pacientes que possuem infecções de pele na cabeça ou seborreia em excesso podem causar alguma dificuldade na colocação dos eletrodos. Nessas situações, o médico pode proibir o exame e pedir outro tipo de intervenção.

A Telemedicina é parceira em realizar eletroencefalograma em comodato

Clínicas, hospitais, Medicina do trabalho que não disponibilizam de recursos para comprar o aparelho de Eletroencefalograma podem receber o aparelho em comodato.

Ao assinar um contrato de aluguel em comodato o cliente paga uma mensalidade e recebe 30 laudos médicos gratuitos todos os meses.

Depois de receber o aparelho o cliente marca um horário com o suporte da Telemedicina Morsch para instalação do equipamento e treinamento á distância.

Em algumas horas o técnico em enfermagem é orientado como realizar o exame e enviar para nossa central de laudos.

Enfim, realizar Eletroencefalograma em uma clínica é uma maneira inteligente de aumentar os serviços e trazer mais qualidade na saúde de uma população.

Basta contratar uma empresa de Telemedicina ou ainda adquirir o aparelho de Eletroencefalograma em comodato.

A especialidade que mais cresce nesse formato é a Medicina do trabalho que agora pode fazer os exames na sua sede.

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Dr. José Aldair Morsch – Especialista em Telemedicina

Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FURG - Fundação Universidade do Rio Grande - RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia pela PUC-RS. Pós-graduação em Cardiologia Pediátrica pela PUC-RS. Linkedin

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