Como adquirir equipamentos médicos hospitalares e sua manutenção?

Por Dr. José Aldair Morsch, 19 de setembro de 2018
equipamentos médicos hospitalares

vaNas últimas décadas, felizmente, a oferta de equipamentos médicos hospitalares cresceu bastante.

Em boa parte, esse avanço pode ser creditado às novas tecnologias, que tanto auxiliam os profissionais de saúde, resultando em diagnósticos mais sensíveis e ágeis.

Mas essa evolução também implicou em mais desafios, elevando a complexidade de gestão e de manutenção correta desses aparelhos, pois cada um possui seus próprios mecanismos e especificações.

Desse modo, para entendermos melhor, basta olhar para a nossa própria história.

Antes dos anos 1990, não existiam regras para o controle dos equipamentos instalados em unidades de saúde no Brasil.

Essa realidade está claramente descrita no artigo O desafio da gestão de equipamentos médico hospitalares no Sistema Único de Saúde, publicado em 2015 na revista Saúde em Debate, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes).

Sendo assim, o Ministério da Saúde passou a divulgar ferramentas de gestão e aquisição dos aparelhos, considerando questões como infraestrutura e adequação.

Nesse sentido, nada mais natural a existência de diretrizes, porque gerenciar os equipamentos hospitalares de maneira eficiente faz parte dos cuidados ao paciente, garantindo processos seguros e assertivos.

Isso também implica em maior ou menor qualidade dos serviços oferecidos, concorda?

Neste artigo, vou trazer informações sobre legislação, tipos de equipamentos médicos hospitalares e o gerenciamento da manutenção, além de explicar como a telemedicina pode ajudar na aquisição dos melhores aparelhos.

O que são equipamentos médicos hospitalares?

equipamentos médicos hospitalares

Monitor multiparamétrico para UTI

Equipamentos médicos hospitalares são os aparelhos utilizados para fins médicos, odontológicos, laboratoriais ou fisioterápicos, assim como para diagnóstico, reabilitação, terapia, embelezamento, estética ou monitorização de seres humanos.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é o órgão governamental responsável pela regulação desses aparelhos.

Assim, a instituição pesquisa no portal Anvisa os equipamentos médicos hospitalares na categoria de produtos para a saúde, junto a materiais de uso em saúde e os produtos de diagnóstico de uso in vitro.

Embora o mais comum, quando se trata de aparelhos presentes em unidades de saúde, seja que se imagine aqueles usados em exames como ultrassonografia, eletrocardiograma ou tomografia, é preciso pensar além.

Desse modo, utensílios como cadeiras de rodas, mesas cirúrgicas, camas hospitalares e macas também são equipamentos médicos hospitalares.

Qual a importância dos equipamentos médicos hospitalares para a realização de exames e diagnósticos?

Antes de mais nada, contar com os equipamentos médicos hospitalares adequados é importante para que os profissionais de saúde consigam promover diagnósticos precisos, bem como direcionar melhor o tratamento.

Através deles, é possível oferecer procedimentos com mais qualidade, além de aumentar o número de atendimentos diários.

Somente realizando exames clínicos, na chamada anamnese, nem sempre é possível determinar a causa de sintomas e promover um diagnóstico correto.

Afinal, muitos desconfortos são comuns a mais de um distúrbio, sendo necessário realizar exames mais específicos.

Nesse cenário, os equipamentos médicos hospitalares reduzem as chances de ocorrerem erros de diagnóstico, uma vez que permitem uma análise minuciosa do organismo.

É preciso, porém, contar com aparelhagens modernas e que garantam as avaliações necessárias – conforme a área de atuação.

Dessa forma, é possível aumentar a produtividade, proporcionando segurança para profissionais de saúde, clínicas e, especialmente, aos pacientes.

Equipamentos médicos hospitalares e a pandemia

A crise mundial de saúde da COVID-19 reforçou ainda mais a importância de as unidades de atendimento equiparem-se com os equipamentos hospitalares adequados. 

Afinal, a grande preocupação em relação à doença está relacionada à sua evolução para a forma grave, em que os pacientes precisam de cuidados intensivos ou até de internação no CTI.

Em todos os casos, é imprescindível que as intervenções especializadas tenham apoio de equipamentos médicos hospitalares, tanto para monitoramento quanto para intervenção.

Sem os melhores aparatos à disposição, seria impossível garantir a sobrevivência e a recuperação daqueles acometidos severamente pelo coronavírus, o que tornaria a situação atual ainda mais grave. 

Confira alguns dos principais equipamentos médicos e hospitalares utilizados durante a pandemia e sua relevância para o trabalho das unidades de saúde:

  • Ventiladores pulmonares, que administram o fluxo de ar e controlam a troca de gases nos pulmões dos pacientes, a fim de mantê-los vivos durante quadros de insuficiência respiratória, que são típicos da COVID-19 grave;
  • Bombas de infusão, que gerenciam automaticamente os fluidos ministrados nos pacientes para nutrição ou infusão de medicamentos, o que é imprescindível para programar e controlar os sedativos no CTI, por exemplo;
  • Eletrocardiógrafo, que permitem verificar a velocidade e o volume de batidas do coração, sendo fundamentais para monitorar pacientes que têm o sistema circulatório e cardíaco comprometidos pelo agravamento da Covid;
  • Monitor multiparamétrico, que é obrigatório para acompanhar os sinais vitais dos pacientes internados no CTI e também pode ser empregado nos setores de emergência, de recuperação, triagem, cirúrgico, entre outros. 

Esses exemplos atrelados à atual crise mundial de saúde só reforçam o protagonismo que os  aparelhos médicos têm em todas as cadeias de atendimento, e o quão importante é prezar por seu devido gerenciamento, que pode ser decisivo para sanar as mais diversas demandas apresentadas pelos pacientes.

Qual a classificação definida pela Anvisa?

Leitos de UTI devem ser individualizados e funcionais

Ambiente de UTI com várias macas vazias

De modo geral, esses aparelhos e demais produtos para a saúde se classificam de acordo com o seu risco de uso.

Para tanto, existem cinco classes. Veja:

  • I – baixo risco
  • II – médio risco
  • III – alto risco
  • IV – máximo risco

Regras para enquadramento dos equipamentos médicos

Em 2001, a Anvisa aprovou Regulamento Técnico tratando do registro, alteração, revalidação e cancelamento do registro de produtos médicos junto à agência, através da RDC nº 185/01.

Assim, no item “Classificação” dessa resolução, é possível acessar as 18 regras para enquadramento dos equipamentos médicos hospitalares.

Nesse sentido, os principais critérios são a indicação e a finalidade do uso do material.

Em resumo, as regras se dividem em quatro grandes grupos:

  • Não invasivos (produtos): regras 1, 2, 3 e 4
  • Invasivos (produtos): regras 5, 6, 7 e 8
  • Ativos (produtos): regras 9, 10, 11, 12
  • Regras especiais: regras 13, 14, 15, 16, 17 e 18.

Classes de equipamentos médicos hospitalares

A Anvisa estabeleceu regras também para agrupar os aparelhos médicos conforme o risco que oferecem, considerando que eles envolvem uma infinidade de utensílios e equipamentos.

Como resultado, deu origem a 18 diferentes regras para enquadramento sanitário.

Na Regra 1, por exemplo, estão itens usados para imobilizar ou aplicar compressão em partes do corpo, como colares cervicais e mangueira de compressão.

Além disso, agulhas para seringas, lancetas, sugador, bisturis de uso único e luvas cirúrgicas estão na Regra 6 – Produtos cirurgicamente invasivos para uso transitório.

Outras regras tratam de produtos terapêuticos, para diagnóstico, bolsas de sangue, entre outros.

Recomendações para aplicar as regras de classificação

A primeira etapa ao classificar os equipamentos médicos hospitalares é considerar as informações do fabricante.

Inclusive, uma delas diz respeito à finalidade indicada para o produto, principal fator de classificação.

Mesmo quando um item estiver sendo usado para outra função, o que vale é o uso indicado pelo fabricante.

Assim, se um tipo de curativo é indicado para feridas de úlceras extensivas e crônicas, estará enquadrado na Classe III, mesmo que esteja sendo usado apenas para compressão de ferimentos de menor gravidade.

Desse modo, quando um equipamento for indicado para mais de uma finalidade, é necessário considerar sempre a classe de maior risco.

Também é exigida atenção a partes e acessórios dos equipamentos, pois podem estar cadastradas ou registradas separadamente.

Nesses casos, terão seu próprio enquadramento, que pode, inclusive, ser diferente do enquadramento do aparelho principal.

Quais são as principais categorias de equipamentos médicos hospitalares?

Além de ter atenção às classificações da ANVISA, também é importante conhecer as diferentes categorias de equipamentos médicos hospitalares quanto à finalidade de uso. Em outras palavras, são elas:

Equipamento de diagnóstico

Os equipamentos de diagnóstico são ferramentas ou aparelhos empregados com o objetivo de diagnosticar as condições de saúde dos pacientes.

A partir dos sintomas descritos pelo indivíduo e avaliados pelo médico, esse tipo de recurso é empregado para investigar o paciente mais profundamente, buscando pelas anomalias no organismo possivelmente responsáveis pelos quadros observados.

Equipamento de tratamento

Já os equipamentos de tratamento são aqueles voltados à terapia de condições específicas.

Ou seja, eles são utilizados para restaurar a função dos tecidos ou órgãos afetados por certos quadros patológicos, ou ainda para dar auxílio a eventuais intervenções cirúrgicas.

Equipamento de suporte à vida

Por sua vez, os equipamentos de suporte à vida são aqueles utilizados quando o organismo do paciente é incapaz de desempenhar suas funções por conta própria.

Assim, como o próprio nome aponta, eles são os aparelhos voltados à manutenção da função corporal dos indivíduos comprometidos por algum quadro adverso de saúde.

Equipamento Médico Durável (DME)

Por fim, os equipamentos médicos hospitalares duráveis são aqueles empregados para uso contínuo contra determinadas doenças ou condições.

Seu uso é de longo prazo, pode ser empregado tanto no hospital quanto na própria casa do paciente, e visa fornecer todo o suporte, conforto e segurança necessários durante o tratamento de certos quadros mais complexos.

Relação de alguns equipamentos médicos hospitalares

Inúmeros aparelhos médicos são utilizados no bloco cirurgico

Sala cirúrgica com monitores multiparamétricos e ventilador

Como expliquei logo no início, os equipamentos médicos hospitalares não incluem apenas os aparelhos utilizados para exames, tratamentos e outros procedimentos. Mas também os demais utensílios indispensáveis para as práticas nas unidades de saúde.

Ou seja, quando falamos sobre esse assunto, precisamos pensar além dos aparelhos eletrônicos, incluindo também macas, cadeiras de rodas e mesas cirúrgicas, entre outros.

Para garantir uma visão mais precisa, elaborei uma lista com alguns dos equipamentos médicos hospitalares mais comuns. Confira:

  • Desfibrilador;
  • Oxímetro;
  • Estetoscópio;
  • Eletrocardiógrafo;
  • Maca hospitalar;
  • Hamper;
  • Mesa auxiliar;
  • Carrinho de curativo;
  • Equipamento de raio-x;
  • Carrinho de emergência;
  • Cadeira para coleta de sangue;
  • Cardioversor;
  • Aparelho de pressão;
  • Balança antropométrica;
  • Cama hospitalar;
  • Autoclave;
  • Eletrocardiógrafo digital.

Viu como o conceito é abrangente e pode se referir a diversas situações? Em todos os casos, é imprescindível que esses itens sejam mantidos de forma correta.

Vamos observar agora uma relação de equipamentos médicos hospitalares, o que nos ajuda a entender a diversidade de aparelhos e suas utilizações.

Berço aquecido

Utilizado em hospitais e maternidades, ajuda a manter a temperatura dos bebês, sejam recém-nascidos ou não, durante procedimentos de higienização, por exemplo.

Desfibriladores e cardioversores

São aparelhos eletrônicos portáteis que servem para aplicar pulsos elétricos na musculatura cardíaca, revertendo arritmias e fibrilações, que são alterações na frequência do coração.

Eletrocardiógrafo

Aparelho usado para a realização do eletrocardiograma, ele coleta informações cardíacas do paciente e as registra por meio de um traçado.

Monitor holter

É um dispositivo leve e portátil que estende os registros do exame de eletrocardiograma, monitorando a atividade elétrica do coração por 24 horas ou mais.

Tomógrafo

Aparelho para realização da tomografia computadorizada, exame que usa imagens reconstruídas através do computador.

Para registrar as imagens, o tomógrafo emite radiações e possui um tubo que gira em torno da estrutura a ser examinada.

Ventilador pulmonar

Usado para ventilação mecânica, ou seja, ajuda os pacientes incapazes de respirar sozinhos.

Mamógrafo digital

Faz uso de radiação para capturar imagens de alta resolução durante a mamografia, as quais, em seguida, são enviadas para o computador.

Endoscópio

É um tubo fino utilizado junto ao monitor para realização da endoscopia – exame que serve para observar os órgãos do sistema digestivo.

Oxímetro de pulso

É um pequeno aparelho usado para medir quanto oxigênio o sangue está transportando, sem precisar de agulha.

Cuidados gerais com os equipamentos médicos hospitalares

Microscópios cirúrgicos também fazem parte da sala de cirurgia

Médico usando microscópio cirúrgico para facectomia

A maioria dos aparelhos usados para fins médicos ou odontológicos, hoje, é fruto de tecnologias avançadas, possuindo partes mais delicadas, como monitores e chips.

De qualquer forma, mesmo os equipamentos mais simples necessitam de alguns cuidados, que devem começar com uma análise da necessidade e infraestrutura requerida por ele.

A escolha do fabricante e outros detalhes da aquisição também são essenciais. Vou detalhar esse assunto nos próximos tópicos.

Transporte

Se for realizado às pressas, sem uma avaliação prévia do melhor trajeto, altura das portas e corredores por onde o equipamento vai passar, inclinação e horário ideais, o transporte pode se transformar em uma grande dor de cabeça para as unidades de saúde.

E, pior, um trajeto inadequado pode danificar ou até quebrar algumas peças.

Condições ideais de funcionamento

Em seguida, é preciso fazer uma avaliação do ambiente no qual o aparelho médico será instalado, pois os equipamentos exigem condições adequadas de funcionamento e uso.

Fique atento a detalhes como temperatura, umidade e luminosidade.

Consulte o manual do fabricante, sempre que necessário.

Manuseio

Por falar em condições adequadas de uso, lembre-se de que os equipamentos contam com peculiaridades próprias e às vezes complexas, que exigem capacitação para que o manuseio ocorra corretamente.

Assim, certifique-se de que a sua equipe será devidamente treinada para operar os aparelhos com toda a qualidade necessária, e sem provocar nenhum tipo de dano.

Manutenção e calibração

As manutenções preventivas são de suma importância para evitar problemas operacionais.

Elas devem ser feitas de acordo com o período recomendado pelo fabricante ou sempre que forem detectadas falhas no aparelho.

No mesmo sentido, lembre-se de manter o equipamento sempre bem calibrado, para que o desempenho siga os padrões ideais de funcionamento.

Descontaminação

A higienização constante das máquinas é indispensável, não só para evitar contaminações e garantir toda a segurança necessária para os pacientes, mas também para aumentar a vida útil do aparelho.

Documentação

A Anvisa exige diversos tipos de informações sobre os equipamentos médicos, como instalação, manutenção e calibração.

Por isso, é necessário manter um registro de qualquer atividade executada.

Assim, além de estar em conformidade com a legislação, será possível rastrear ocorrências com os aparelhos, facilitando a detecção da origem de falhas e outros problemas.

Insumos x equipamentos médicos hospitalares

Muitos confundem insumos e equipamentos médicos hospitalares, mas ambos têm diferenças importantes.

Os equipamentos são todos os itens imprescindíveis para o diagnóstico, atendimento e tratamento dos pacientes.

Eles são reutilizáveis, e podem ser desinfetados ou esterilizados para novo uso.

Por sua vez, os insumos são de uso único, descartáveis e eliminados logo após o procedimento.

Assim, enquanto os equipamentos médicos hospitalares se referem aos aparelhos e ao mobiliário da unidade de saúde, os insumos estão ligados à proteção individual, passíveis de descarte.

Equipamentos médicos hospitalares e o gerenciamento da manutenção

equipamentos médicos hospitalares

A iluminação é fundamental para um bom ato cirúrgico

Além de garantir a calibração dos equipamentos médicos hospitalares, também é importante gerenciar sua manutenção.

Isso porque o uso adequado e o bom desempenho desses itens estão diretamente ligados às condutas técnicas.

Essas manutenções podem ser tanto preventivas quanto corretivas.

Nesse sentido, o acompanhamento periódico é fundamental para corrigir problemas e assegurar a qualidade das rotinas médicas.

Enquanto as manutenções preventivas visam antecipar falhas operacionais, as corretivas solucionam panes para que a função do item seja restabelecida.

Com isso em mente, os médicos e gestores devem ter parâmetros bem definidos para essas práticas. Ou seja, estabelecer a periodicidade e as correções necessárias para a manutenção.

Em casos de compra, aluguel ou comodato

Na locação de equipamentos, inclusive no regime de comodato, esse deve ser um cuidado observado na contratação do fornecedor.

Inclusive, assegurar-se de que o serviço escolhido prevê rotinas de manutenção deve ser um dos requisitos prioritários nesse caso. Certifique-se disso antes mesmo de firmar o contrato de aluguel de equipamentos médicos.

Registrar os eventos que ocorrem com cada equipamento médico hospitalar também ajuda na definição de ações de manutenção mais eficazes e ágeis.

De acordo com a RDC n.º 2/2010, que é outro regulamento da Anvisa, as clínicas, laboratórios, consultórios e hospitais precisam ter critérios definidos e padronizados para cada etapa do gerenciamento de tecnologias em saúde.

Descritas na resolução, as etapas envolvem atividades de manutenção, que devem ser detalhadas no Plano de Gerenciamento.

A grosso modo, o Plano de Gerenciamento é um documento que descreve as normas, rotinas e técnicas de procedimentos.

Esse documento envolve produtos para saúde (inclusive equipamentos), produtos de higiene e cosméticos, medicamentos e saneantes.

Um dos pontos mais importantes é o de gerenciamento da manutenção.

Um planejamento adequado é capaz de manter os equipamentos funcionando por mais tempo, exigindo um menor número de reparos ou medidas corretivas.

Nesse sentido,  recomenda-se procedimentos operacionais padronizados (POPs), principalmente para os aparelhos de maior complexidade.

POPs são documentos construídos por especialistas que servem como diretrizes para a correta utilização e conservação dos equipamentos.

Além de observar suas indicações, vale apostar na manutenção preventiva dos aparelhos, antecipando problemas e reduzindo a manutenção corretiva, Nesses casos, quando necessário deve-se  interromper o uso do aparelho para realizar consertos ou adequações.

A importância da calibração de equipamentos médicos

calibração equipamentos médicos hospitalares

Ventilador para auxílio em cirurgia com anestesia geral

Antes de tudo, calibrar um equipamento significa analisar seu desempenho, colhendo informações que serão comparadas com valores gerados por uma unidade de medição padrão.

Nesse sentido, ressalta-se a importância do teste, para manter  ou prolongar a vida útil do equipamento, que deve operar de acordo com as recomendações do fabricante.

Assim como a falta de manutenção preventiva, a ausência de calibração pode resultar em transtornos diversos, como a necessidade de manutenção corretiva constantemente, o que gera atrasos e perda de investimentos.

Com os dados colhidos durante a calibração, é possível fazer ajustes para o melhor desempenho dos aparelhos médicos.

No entanto, dependendo do equipamento, a calibração poderá ser realizada por colaboradores da unidade de saúde, pelo fornecedor ou por um laboratório devidamente certificado.

Porém, em todos os casos, deve ser produzido um relatório de calibração, trazendo os registros das comparações e unidades utilizadas, além de especificidades do aparelho.

Nesse sentido, diretrizes para um programa de gestão de equipamentos médicos hospitalares, que inclui a calibração, estão descritas em normas como a RDC Nº 02/2010 da Anvisa e a NBR 15943 da ABNT.

Higienização de equipamentos médicos hospitalares

A qualidade do profissional é fundamental para o ato cirúrgico

Médico se preparando para entrar no bloco cirúrgico

Um dos cuidados mais importantes com equipamentos médicos hospitalares é a sua limpeza, desinfecção e esterilização.

Essas práticas são fundamentais para atender aos requisitos dos órgãos regulamentadores. E, além disso, garantir a segurança dos pacientes contra infecções e contaminações.

No caso da limpeza, o objetivo é retirar sujeiras mais visíveis, como poeira ou secreções. Trata-se de uma ação de higiene ligada à organização hospitalar.

Já a desinfecção diminui a quantidade de bactérias e vírus para níveis seguros à saúde humana, sendo realizada  com produtos específicos, aplicados sobre os equipamentos logo após a limpeza.

Por sua vez, a esterilização retira os microrganismos por completo, eliminando as chances de infecção. Ela pode ser feita com certos produtos ou aquecimento em estufas, como itens cirúrgicos.

A importância de uma boa higiene em equipamentos

Muitos aparelhos usados em unidades de saúde entram em contato com o corpo humano durante procedimentos diagnósticos, odontológicos e estéticos, entre outros.

Por isso, vale ressaltar a importância da higienização correta,  tanto para a segurança do paciente e dos profissionais que manuseiam o item, quanto do próprio aparelho.

Antes de mais nada, a descontaminação é o processo de higienize desses equipamentos. Nela, há a eliminação dos microrganismos superficiais de forma parcial ou total.

Porém, existem três formas diferentes de descontaminação: limpeza, desinfecção e esterilização.

Vou trazer detalhes sobre cada uma delas agora.

Limpeza

Descontaminação mais comum, a limpeza remove sujeiras ao aplicar energia – seja ela térmica, mecânica ou química.

Em geral, você pode usar água e sabão neutro em quase todos os aparelhos.

No entanto, consulte o manual do fabricante para confirmar as substâncias indicadas e torne a limpeza mais efetiva, sem danificar o aparelho médico.

Desinfecção

Elimina quase todos os microrganismos que podem causar contaminação, menos os esporos bacterianos.

Isso porque esporos bacterianos são estruturas minúsculas e leves, produzidas por bactérias quando estão em ambiente desfavorável à sobrevivência.

Esse processo é feito em nível alto, médio ou baixo, de acordo com o item a ser desinfeccionado.

Esterilização

Mais potente, essa operação serve para remover completamente as formas de vida microbiana, inclusive esporos bacterianos.

Formas de adquirir equipamentos médicos hospitalares

comprar alugar comodato equipamentos médicos hospitalares

A enfermagem deve ter treinamento constante para fazer parte da equipe médica de urgência

Você pode adquirir equipamentos médicos de três maneiras: compra, aluguel ou comodato.

Nesse sentido, as duas últimas opções surgem como alternativa à pouca oferta de algumas tecnologias, além do custo alto.

Por isso, saber como cada modalidade funciona ajuda na tomada de decisão mais assertiva.

Compra de equipamentos médicos hospitalares

Essa é a forma mais tradicional de adquirir equipamentos para um hospital, clínica ou consultório médico.

No caso de aparelhos com custo baixo ou médio, ou daqueles usados em grandes quantidades, como luvas cirúrgicas, a compra costuma ser sempre a melhor opção.

Antes de adquirir esses itens, observe se possuem registro na Anvisa, escolha fornecedores de confiança e atente para a qualidade do produto.

Por outro lado, quando há a necessidade de tecnologias mais avançadas, os equipamentos médico hospitalares tem maior custo, dificultando ou até inviabilizando a compra.

Esse caso, apresenta-se, na maioria dos aparelhos usados em exames de alta complexidade.

Locação de equipamentos médicos hospitalares

Uma das alternativas à compra de aparelhos com alto custo é alugar.

Nessa modalidade, cliente e fornecedor assinam um contrato, e o cliente paga mensalmente pelo uso do equipamento.

Tanto na compra como na locação, é preciso arcar com os custos de um profissional responsável pelos laudos dos exames, quando exigidos.

Comodato de equipamentos médicos hospitalares

Neste regime, o cliente contrata um serviço mais completo, composto pelo equipamento médico e os laudos mensais.

Assim, ele não paga pelo uso do aparelho, apenas pelos documentos expedidos.

Conheça as vantagens, desvantagens e como realizar a manutenção dos equipamentos

A compra de equipamentos diminui gastos recorrentes, por conta do aluguel, e é um argumento de destaque da clínica ou hospital.

Vantagens e desvantagens de adquirir equipamentos médicos hospitalares

Contar com equipamentos próprios oferece vantagens e desvantagens para clínicas e hospitais.

Vou pontuar alguns fatores que você deve considerar na sua decisão!

Vantagens

Ao adquirir equipamentos médicos hospitalares, os profissionais passam a conhecer as máquinas integralmente e todas as sua possibilidades.

Isso permite utilizar as suas funcionalidades ao máximo – o que pode ser considerado uma vantagem competitiva, uma vez que é possível utilizar esse ponto para divulgar a organização.

Além disso, mesmo que o custo inicial seja alto, a aparelhagem é própria, não sendo necessário arcar com despesas, como aluguel.

Desvantagens

Ter equipamentos médicos hospitalares próprios pode ser um transtorno no momento em que é preciso lidar com a sua manutenção, prevendo que, com o uso, isso é algo inevitável.

Logo, além do custo inicial para adquiri-los, é preciso ter uma reserva para realizar essa manutenção.

Quando há aparelhos danificados, a clínica não pode fazer procedimentos – exceto quando possui máquinas reservas.

Isso pode causar uma má impressão para os pacientes, especialmente em casos de urgência, além de levar à perda de atendimentos.

Além disso, os equipamentos médicos hospitalares podem ficar ultrapassados, tendo em vista que a área da saúde como um todo está em constante evolução.

Consequentemente, determinados materiais podem ficar obsoletos, sendo necessário realizar novos investimentos para atualizar-se.

Quais são as etapas da compra de equipamentos médicos hospitalares?

Para acertar na compra dos equipamentos médicos hospitalares, não abra mão das seguintes etapas:

Preparação do comitê

Acima de tudo, a sua unidade de saúde hospitalar precisa contar com um Comitê de Incorporação composto por uma equipe multidisciplinar.

Falando nisso, ela deve incluir médicos e enfermeiros, gestores, CCIH, profissionais de qualidade, entre outros que englobem as perspectivas financeiras, médicas e de engenharia da instituição.

Assim, a partir do Procedimento Operacional Padrão adotado pelo hospital, já estarão definidos os responsáveis por especificar, fazer a cotação, negociar, comparar e aprovar a compra.

Documentos para cotação

Para garantir um processo de cotação mais organizado e preciso, elabore a documentação por meio dos modelos RDP e RDI.

O RDP, ou Requisição de Proposta, descreve as condições e a especificação desejadas para o aparelho visado.

Por meio dele, é possível padronizar as propostas e alinhá-las às demandas da unidade.

Por sua vez, o RDI consiste em uma planilha para o preenchimento dos fornecedores, que possibilita uma melhor identificação das diferenças entre os concorrentes e facilita comparações técnicas.

Comparação por custo total

Com as propostas em RDP recebidas e as planilhas de comparação em RDI bem organizadas, basta comparar os fornecedores para determinar quais são os mais vantajosos.

Porém, não se esqueça de levar em consideração o Custo Total de Propriedade de cada opção, que diz respeito a gastos que vão além do custo do aparelho, como custos de insumos, consumo de energia, peças não cobertas, e assim por diante.

Antes da negociação

Para favorecer o equilíbrio das propostas, e também facilitar o processo de comparação, elabore uma Carta de Equalização e encaminhe aos fornecedores concorrentes.

Isso porque elas informam eventuais acréscimos aos equipamentos, condições priorizadas, opcionais eliminados, entre outros pontos que dão mais alinhamento para as proposições.

Depois da negociação

Com o fornecedor escolhido e a negociação fechada, compile todo o processo em um Relatório Técnico.

Por registrar as propostas feitas e os critérios de escolha para a compra, o documento garante mais transparência para a administração, resguarda a instituição quanto a futuros questionamentos da negociação e garante total conformidade quanto aos seus registros documentais.

Onde comprar equipamentos médicos hospitalares?

Após observar as boas práticas de aquisição de equipamentos médico hospitalares que expliquei no item anterior, é importante ter critérios rigorosos para a escolha do fornecedor.

Isso porque, ao contrário de insumos comuns, a cadeia de atenção à saúde exige cuidados e parâmetros de qualidade muito superiores aos oferecidos pelas lojas tradicionais.

Seja para alugar aparelhos médicos ou adquiri-los, a empresa escolhida deve atender aos mais elevados padrões de excelência em seus produtos, além de oferecer suporte completo para manutenções, ter agilidade para lidar com eventuais problemas, ministrar treinamentos, entre outros cuidados que garantam um uso eficaz desses aparatos tão importantes.

Dessa maneira, você deve ter atenção desde os fabricantes de equipamentos médicos hospitalares ofertados pelo fornecedor, até os serviços atrelados à venda e as garantias oferecidas em contrato. 

Em um mercado cada vez mais digital, temos uma boa notícia de que há maior facilidade na comparação de soluções ofertadas por empresas do ramo . 

Sendo assim, não deixe de pesquisar muito e de comparar as possibilidades oferecidas no mercado, com atenção a fatores como custo-benefício, suporte ao cliente, tempo de entrega, disponibilidade e proximidade de serviços, qualidade do atendimento, e assim por diante. 

Como elaborar um plano de gestão de equipamentos médicos? 

Tão importante quanto os próprios equipamentos médicos hospitalares e o gerenciamento de manutenção, é adotar meios de controle para que seu uso seja sempre viável e livre de riscos para a organização da clínica ou hospital. 

O Plano de Gerenciamento de Equipamentos Médicos Hospitalares, conhecido pela sigla PGEM, é indispensável para atender a essa necessidade, e seu uso é direcionado tanto para os processos de auditoria, quanto para a viabilização das demandas da equipe técnica.

Por meio de um documento objetivo, atualizado e de fácil interpretação, ele permite delimitar todos os recursos materiais e humanos fundamentais para o uso cotidiano dos aparelhos, para que ele ocorra sem impedimentos e de maneira alinhada aos requisitos da unidade. 

Os processos de elaboração e de gestão do PGEM devem ser feitos a partir das seguintes etapas:

Inventário

Em primeiro lugar, um plano de gerenciamento de equipamentos médicos hospitalares deve ser baseado em todo o inventário dos aparelhos.

Isso significa que você precisa documentar a quantidade e os tipos de aparatos à disposição da sua unidade.

É a partir dessa documentação que você terá uma visão completa sobre os ativos disponíveis e poderá estruturar os meios mais adequados para mantê-los da maneira mais adequada.

Classificação

Com o inventário feito, é fundamental dividir os equipamentos em grupos e classificá-los de uma forma lógica.

Isso pode ser feito, por exemplo, a partir da especialidade que os aparelhos atendem (como cardiologia, radiologia, neurologia, etc.) ou do sistema fisiológico destinado (pulmonar, cardiovascular, endócrino, etc.).

A ideia é reunir os ativos em grupos distintos e os atrelar a classificações próprias, para facilitar a gestão dos recursos necessários para cada caso e também definir os times de profissionais responsáveis por cada grupo.

Organização de custos

O processo de gerenciamento serve para atender a inúmeras demandas, desde a identificação da necessidade de novas aquisições, até a definição dos parâmetros das propostas de compras, a própria organização das manutenções preventivas e corretivas dos equipamentos médico hospitalares, e assim por diante.

Em todos os casos, realizar um inventário e classificar os aparelhos é indispensável para contextualizá-los na unidade e direcionar cálculos mais assertivos diante das suas possíveis demandas (seja na elaboração de orçamentos, na aquisição de insumos, na compra de novas peças, na definição das manutenções, reposição de materiais, etc.).

Nesse sentido, é importante que o PGEM delimite os itens de custo fixo e variável relacionados às frentes de gerenciamento e manutenção dos equipamentos médicos hospitalares.

Como exemplos de custos fixos, o documento pode prever salários e encargos dos profissionais de manutenção e depreciação do capital direcionado a aparatos de calibração. Já os custos variáveis podem incluir peças de reposição em geral, gastos com treinamento de pessoal, entre outros casos semelhantes. 

Por que ter uma agenda de cuidados para equipamentos médicos hospitalares? 

Assim como os profissionais de saúde têm suas próprias agendas de atendimento, é importante que as unidades tenham um calendário para o uso dos equipamentos médicos hospitalares.

Dessa maneira, evita-se que os horários de uso sejam sobrepostos, o que pode causar atrasos e transtornos entre os especialistas com cronogramas diferentes entre si.

No mesmo sentido, os cuidados direcionados aos aparelhos também devem ser muito bem programados, para evitar problemas ligados à sua indisponibilidade.

Como você pôde acompanhar ao longo deste artigo, os processos de calibração, de higienização e os próprios padrões de manutenção estipulados pela indústria de equipamentos médicos hospitalares devem ser seguidos rigorosamente.

Para que essas demandas sejam atendidas sem comprometer a agenda dos médicos e a organização da unidade, procure delimitá-las em datas bem definidas e que possam ser consultadas de forma simples por todos.

Assim, todo o uso dos aparatos se torna mais bem programado, indisponibilidades são previstas e não geram transtornos, sobreposições de horários deixam de ocorrer, entre outros benefícios semelhantes.

Principais desafios na manutenção de equipamentos médicos hospitalares

A manutenção dos equipamentos é uma etapa importante para o correto gerenciamentos das unidades de saúde, pois a falta de calibragem pode levar a diagnósticos incorretos, além de impossibilitar seu uso a longo prazo.

Logo, é preciso haver um planejamento para as manutenções, coordenado por um profissional habilitado.

É ele que deverá administrar todas as etapas que envolvem os equipamentos médicos hospitalares, desde a aquisição, implantação até a manutenção.

Os principais desafios consiste justamente em promover não apenas a manutenção corretiva, mas também a preventiva.

Sendo assim, a manutenção preventiva deve ser feita periodicamente para garantir o melhor desempenho.

O ideal é que, com isso, reduza a necessidade de realizar a corretiva, uma vez que essa serve para reparar danos e corrigir o seu funcionamento.

Há casos, porém, em que é difícil prever que as falhas irão ocorrer, sendo importante avaliar todos os equipamentos com frequência para, assim, paralisar o seu uso quando necessário, para realizar o conserto.

Quando chega a esse ponto, é inevitável gerar impactos no negócio, pois é preciso interromper o oferecimento de determinado serviço.

Logo, é preciso estabelecer bem os processos para que isso ocorra o mínimo possível.

Contrato por comodato de equipamentos médicos hospitalares vale a pena?

Sobretudo, clínicas e consultórios de diversos tamanhos podem se beneficiar com o regime de comodato.

Nesse sentido, vale a pena, com toda certeza!

Afinal, ele representa economia de investimentos nos equipamentos médicos hospitalares de alto custo. Especialmente, aqueles usados para fins diagnósticos.

Além disso, o cliente não precisa se preocupar com a contratação de especialistas para elaboração de laudos.

Como escolher o melhor fornecedor de equipamentos médicos hospitalares?

Mesmo com todas as informações que abordei até aqui, ainda é normal que os gestores tenham dúvidas na hora da escolha do melhor fornecedor.

Afinal, há incontáveis propostas para equipamentos médicos hospitalares, e muitas delas parecerem semelhantes na hora da comparação.

Frente a isso, alguns diferenciais precisam ser observados no processo de escolha, que dizem respeito à qualidade e ao compromisso do eventual parceiro com as necessidades e demandas da sua unidade hospitalar.

Em geral, ao comparar as propostas de fornecimento, dê prioridade para as empresas que:

  • Fazem a demonstração dos produtos, para que você comprove de maneira prática as suas qualidades e padrões de funcionamento;
  • Prezam por um detalhamento minucioso das informações técnicas, para que não existam dúvidas quanto às características do equipamento médico hospitalar;
  • Ofereçam modelos diferenciados, com tecnologia de ponta, fabricação alinhada às principais inovações em saúde e marca de referência no mercado;
  • Se comprometem com os prazos de entrega e outros detalhes relevantes do acordo contratual;
  • Disponibilizem suporte rápido, qualificado e completo para eventuais falhas ou problemas técnicos;
  • Tenha ampla disponibilidade de peças em casos de manutenção e trabalhe com demais produtos, insumos ou acessórios da marca do equipamento para facilitar possíveis aquisições extras.

Ao priorizar os diferenciais mencionados na lista, aliados aos demais pontos que destaquei ao longo do artigo, certamente você terá mais tranquilidade, clareza e viabilidade na hora de adquirir os seus equipamentos médicos hospitalares! 

Equipamentos médicos hospitalares em comodato e a Telemedicina

telemedicina equipamentos médicos hospitalares

Monitorização cardiológica no ato cirúrgico

Para reduzir os custos e agilizar a expedição dos resultados de exames, vale contratar uma empresa de telemedicina.

Contratando essa opção, o cliente terá, de uma só vez, comodato de equipamentos de qualidade, informações para treinamento de colaboradores disponíveis 24 horas por dia na plataforma e rápida interpretação dos exames.

Veja que a telemedicina não é apenas a solução para que a sua unidade de saúde possa oferecer determinados exames, como também resolve problemas ocasionados pela falta de profissionais, seja pelo custo de contratação, férias, feriados e plantões.

Conclusão

equipamento médico hospitalar

Médico e instrumentador devem estar sincronizados

Em síntese, neste artigo, você conferiu dicas importantes na hora de utilizar e conservar equipamentos médicos hospitalares.

Também conheceu as formas para adquirir esses aparelhos, com destaque para os benefícios do comodato, especialmente quando combinado à telemedicina.

Com a Telemedicina Morsch, o envio de laudos ocorre em apenas 30 minutos.

Você pode saber mais no site ou solicitar um orçamento.

Além disso, deixe a sua opinião ou dúvida nos comentários e compartilhe o artigo com a sua rede.

Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG – Fundação Universidade do Rio Grande – RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica pela PUCRS. Linkedin

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