O Eletroencefalograma ainda é atual?

Por Dr. José Aldair Morsch, 21 de novembro de 2016
O Eletroencefalograma

O Eletroencefalograma passa por uma revolução tecnológica com o advento da internet. Um exame que estava esquecido, volta com tudo na Medicina Ocupacional.

O mercado muda constantemente, e só estão prontos para a adaptação aqueles empresários que se preocupam em inovar. E uma das formas de fazer isso é oferecendo mais agilidade nos exames e laudos médicos, como o eletroencefalograma.

Por outro lado, também vimos que na última década a economia mundial passou por diversas turbulências. Uma certeza que temos daqui em diante é a de que não existe estabilidade em longo prazo. Dessa forma, você também precisará estar pronto para qualquer crise futura. E só é possível realizar isso quando se economiza.

Mas como aliar inovação nos negócios com a economia de custos? Parece uma tarefa impossível, visto que é preciso também superar a concorrência, oferecendo o melhor serviço pelo preço mais em conta para o consumidor.

Nesse quesito, os empresários que optaram por oferecer serviços de Telemedicina fizeram uma grande escolha, e estão colhendo muitos frutos com essa escolha. Principalmente em exames de eletroencefalograma, a despeito das previsões pessimistas sobre esse método. Não está por dentro do assunto? Então continue lendo.

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O que é o eletroencefalograma?

É um tipo de exame que proporciona um registro das correntes elétricas espontâneas do cérebro. Através desse registro os médicos podem fazer um estudo aprofundado da atividade elétrica funcional do paciente.

Também chamado de eletroencefalografia, ou simplesmente EEG, o exame é feito a partir de eletrodos que são fixados no couro cabeludo, cobrindo a superfície encefálica, ou dentro da substância encefálica.

O registro cerebral é obtido por um dispositivo chamado galvanômetro, que grava a atividade cerebral em uma tira deslizante de papel utilizando ondas, chamados de aparelhos analógicos e atualmente realizados no computador onde chamamos de eletroencefalografia digital.

Para isso, é usado um mecanismo que eleva em milhares de vezes a corrente elétrica gerada pelo cérebro. O estudo através das ondas cerebrais diferencia o eletroencefalograma de outro exame muito conhecido, a tomografia que analisa alterações anatômicas no cérebro através de imagens.

A tomografia é feita através de uma imagem com cortes. Isto significa que, para melhorar a análise da imagem extraída do corpo do paciente, ela é dividida em várias partes.

O nome do exame já demonstra isso, pois “tomo” significa corte, e “graphos” imagem. Embora normalmente a tomografia seja feita no crânio, é possível realizar esse exame em qualquer parte do corpo.

O RX de crânio é outro exame muito utilizado para analisar a cabeça, e que, por isso, confunde alguns leigos. Assim como a tomografia, esse tipo de análise utiliza a radiação ionizante para extrair informações sobre o crânio e o cérebro. Veja abaixo as características e indicações de cada tipo de exame:

O Eletroencefalograma e suas principais indicações:

  • Ajuda a descobrir se o paciente teve morte cerebral.
  • Possibilita o estudo de recorrências de epilepsia.
  • Demonstra se o paciente possui encefalite.
  • Permite descobrir doenças psiquiátricas de natureza orgânica ou demências progressivas.
  • Auxilia o médico a encontrar traumas.
  • Ajuda a descobrir causas de AVC e ataque isquêmico transitório.
  • Verifica se o cérebro sofreu de toxicidade advinda do uso de alguns medicamentos.

A Tomografia e suas principais indicações:

  • Ideal para pacientes com suspeita de tumores cerebrais.
  • Ajuda a verificar se o paciente possui lesões no interior do crânio.
  • Auxilia o médico a descobrir se é necessário extrair líquido da espinha para o tratamento de edema cerebral.
  • Possibilita ver se há sangramentos no crânio, decorridos de traumas, ruptura de aneurismas ou derrame de pressão alta.
  • Permite analisar os ventrículos, isto é, a dilatação dos espaços de líquidos do cérebro.
  • Pacientes com dores de cabeça constante podem fazer tomografia para que o médico descubra as causas do problema.
  • Verifica a possibilidade de derrames isquêmicos, que são causados por entupimento de artérias e veias do cérebro.

O Raio X e suas principais indicações:

  • Ajuda a descobrir tumores cerebrais grosseiros
  • Demonstra se há fraturas no crânio.
  • Possibilita encontrar lesões na parte interna do crânio.
  • Ideal para análise de tecidos internos.

É muito vantajoso para as clínicas trabalharem com os três tipos de exame. Hoje em dia é mais fácil oferecer todos esses serviços, visto que a telemedicina acelerou os processos e barateou os custos. Os laudos de Raio-X e tomografia podem ser enviados pela plataforma de telemedicina, o que garante um trabalho muito mais eficiente aos profissionais da sua clínica.

O eletroencefalograma ainda vale o investimento?

Muitos profissionais preferem não ter um serviço com o eletroencefalograma por acharem que se trata de um método ultrapassado.

Isso porque há alguns anos dizia-se que o exame seria extinto, visto que novas formas de diagnóstico vinham surgindo. No entanto, as novas tecnologias possibilitaram que o eletroencefalograma tivesse um novo impulso.

Associado à informática, o exame continua garantindo às clínicas uma forma eficiente e rápida de realizar diversos exames cerebrais em voga atualmente, como, por exemplo, o Eletroencefalograma Ocupacional, Clínico e com mapeamento cerebral colorido, que reproduz o cérebro com imagens exatas de onde aparecem os focos epilépticos, por exemplo.

Investimento em Telemedicina

Não é novidade que a telemedicina continua sendo uma forte tendência para os próximos anos. Um dos motivos é que o sistema proporciona aquilo que as clínicas desejam, isto é, agilidade e qualidade nos serviços de saúde.

Para profissionais com pouca experiência no mercado, a Telemedicina é um dos investimentos com maior custo-benefício.

Uma preocupação constante de donos de clínica é com a qualidade dos laudos online. Muitos não se atualizam, e por isso acabam ficando para trás em termos de inovação, pois acreditam que irão gastar muito com equipamentos e treinamento para realizar exames.

O medo de arriscar em algo novo também está relacionado com a falta de recursos. É preciso despender energia e dinheiro atrás de um aparelho de eletroencefalograma e de bons neurologistas. Há casos em que nem há um profissional na cidade para contatar.

Se eficiência e credibilidade são aquilo que todas as clínicas precisam, muitas não arriscam no negócio por medo de perderem a confiança que já possuem.

Mas todos os problemas listados acima podem ser resolvidos com o serviço correto, que ofereça qualidade nos laudos, agilidade no processo e bom custo-benefício. Nesse quesito, a Telemedicina Morsch irá lhe ajudar.

Como a Telemedicina Morsch pode auxiliar?

Você tem a consciência de o eletroencefalograma clínico e ocupacional necessitam de uma equipe de profissionais capacitados. Não adianta contar com tecnologia de ponta se o trabalho humano deixa a desejar. Isso está diretamente ligado ao crescimento do seu negócio, e negligenciar um desses pontos pode acarretar prejuízos.

A Telemedicina Morsch oferece esses benefícios para sua clínica, e você poderá contar com especialistas online em qualquer região do Brasil. Através de uma plataforma, é possível realizar diversos serviços.

Os profissionais atuantes são certificados e compreendem perfeitamente a natureza da sua função. Com isso, sua clínica terá mais agilidade e garantirá a confiança dos seus pacientes.

Espero que esse artigo lhe seja útil na sua tomada de decisão.

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Dr. José Aldair Morsch – Cardiologista – Especialista em Telemedicina

Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FURG - Fundação Universidade do Rio Grande - RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia pela PUC-RS. Pós-graduação em Cardiologia Pediátrica pela PUC-RS. Linkedin

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