Infarto: o que é, causas, tipos e sintomas de alerta
O infarto está entre as maiores causas de morte no Brasil e no mundo, sendo a segunda doença cardiovascular que mais mata.
Para se ter uma ideia, a doença causou 473.861 óbitos entre 2019 e 2023.
Olhando para esses números, percebemos a importância de entender melhor sobre o tema.
É o que você confere a partir de agora, neste conteúdo que esclarece o que é infarto, suas causas, tipos e sintomas.
Esse conhecimento é importante também para reduzir as chances de sofrer com essa emergência médica, adotando comportamentos mais saudáveis.
Trago essas e outras informações nas próximas linhas, incluindo alternativas de cuidados com a saúde do coração.
Adianto que o atendimento médico e monitoramento ficam mais práticos através da teleconsulta com cardiologista.
O que é infarto?
Infarto agudo do miocárdio (IAM) ou simplesmente infarto é um evento decorrente da interrupção no fluxo sanguíneo para o coração, levando à morte de parte do tecido cardíaco.
Geralmente, a falta de irrigação pelo sangue é consequência da obstrução de uma artéria por uma placa de ateroma ou coágulo.
Parece complexo? Então, vamos a alguns detalhes sobre a circulação sanguínea.
Você já deve ter ouvido falar que o músculo cardíaco funciona como bomba natural que envia sangue rico em oxigênio às células.
Essa atividade é fundamental para a nutrição celular e a realização das tarefas vitais.
A cada batida do coração, o líquido percorre as artérias, começando pela maior e mais espessa delas: a aorta.
Outras artérias mais finas nascem dela, sendo responsáveis por fazer o sangue chegar a cada pequena parte do corpo.
Duas dessas ramificações da aorta dão origem às artérias coronárias direita e esquerda, ligadas a pequenos vasos que irrigam todo o coração.
O infarto ocorre quando um desses vasos sanguíneos fica obstruído, prejudicando a chegada de sangue oxigenado ao músculo cardíaco.
Sem a nutrição necessária, o trecho que para de receber sangue morre. Ou seja, ocorre a necrose.
Vale lembrar que o infarto pode atingir outras áreas do organismo, provocando a oclusão de diferentes artérias.
Contudo, o uso da palavra costuma se referir ao infarto do miocárdio (coração).
O que é um princípio de infarto?
Princípio de infarto é um termo usado para descrever o início de sintomas ou uma condição que precede o infarto, chamada angina instável.
Angina é uma dor precordial (no peito) que surge devido à diminuição do fluxo sanguíneo em uma artéria.
Na angina estável, o incômodo aparece somente quando há esforço físico ou liberação de adrenalina após picos de estresse ou emoções fortes.
Já a angina instável ou pré-infarto pode ser sentida com pequenos esforços ou até em repouso.
Ambas as condições requerem avaliação médica para prevenir desfechos negativos.
Nesse cenário, muitas vezes, dizer que alguém teve um princípio de infarto pode significar que o socorro foi rápido, evitando a morte das células cardíacas.
O paciente pode ter sentido aperto ou dor no peito, falta de ar, náusea e outros sinais de alerta que o levaram a buscar um pronto-socorro.
Se o atendimento for feito logo após a percepção dos sintomas, a equipe médica é capaz de reverter o quadro de forma ágil, evitando o óbito e sequelas.
Qual a diferença entre infarto e parada cardíaca?
É verdade que o infarto pode provocar uma parada cardíaca, mas esses eventos são diferentes.
Isso porque o infarto é uma lesão que leva à morte de células cardíacas, devido à obstrução do fluxo sanguíneo.
Já na parada cardíaca, o coração para de bater, geralmente por mau funcionamento elétrico do músculo.
Malformações congênitas (presentes desde o nascimento), taquicardia ventricular, ausência de batimentos (assistolia) por trauma, overdose, asfixia, entre outras condições podem desencadear esse evento fatal.
De qualquer forma, o infarto está entre as principais causas da parada cardíaca, pois a morte de células pode prejudicar a condução dos impulsos elétricos responsáveis pelas batidas e ritmo cardíaco normal.
Por consequência, podem surgir arritmias como a taquicardia e a fibrilação ventricular, que elevam o risco de parada cardíaca e morte.
O que leva a um infarto?
Diferentes fatores podem contribuir para a obstrução das artérias próximas ao coração.
O mais comum é a aterosclerose, doença sistêmica caracterizada pelo endurecimento e espessamento das paredes arteriais.
A patologia é provocada pelo acúmulo de placas de gordura, cálcio e outras substâncias – chamadas ateromas – na parte interna dos vasos sanguíneos.
Esse processo ocorre gradualmente, sem que a pessoa afetada perceba qualquer sintoma, até que gera uma complicação em uma artéria.
Se o fluxo sanguíneo for apenas diminuído, ocorre um episódio de isquemia, podendo afetar órgãos como cérebro e o coração.
A isquemia cardíaca costuma ser acompanhada por angina ou dor no peito.
Observar esses episódios é importante porque eles sinalizam o perigo de bloqueio total da artéria, que resulta em infarto por impedir o fluxo sanguíneo.
Além das placas de gordura, coágulos podem se formar justamente em locais onde o sangue circula de maneira lenta, por causa do estreitamento das artérias.
Essa condição facilita a coagulação do líquido, gerando pequenas massas formadas por hemácias que podem entupir as artérias.
Coágulos e ateromas também podem se formar em vasos sanguíneos distantes e se deslocar até o coração, em um fenômeno chamado embolia.
Principais causas de infarto
A principal causa do infarto é a aterosclerose.
O enrijecimento das paredes arteriais faz parte da dinâmica de envelhecimento, o que explica por que o infarto é mais comum após os 40 anos.
No entanto, uma série de outros fatores de risco contribui para a oclusão das artérias ou o avanço mais rápido da aterosclerose.
Um deles é a obesidade, que costuma ter relação com maus hábitos alimentares e consumo de alimentos ricos em colesterol.
Essa gordura em excesso será bombeada por todo o organismo através do sangue, facilitando a aderência de parte delas às paredes das artérias.
O mesmo raciocínio coloca o colesterol alto e a ingestão constante de gorduras como fatores de risco.
Outro vilão da circulação sanguínea é o cigarro, que contém substâncias capazes de tornar as paredes arteriais ásperas.
Por consequência, as placas de colesterol conseguem grudar com maior facilidade.
No campo das doenças que aumentam o risco de infarto, cabe citar a hipertensão arterial ou pressão alta.
A força interna elevada para impulsionar o sangue faz com que a parede dos vasos sanguíneos engrosse, diminuindo o espaço para o líquido passar.
O uso de drogas ilícitas e o consumo de álcool em excesso podem desencadear a hipertensão e, portanto, também estão na lista de problemas que aumentam as chances de infartar.

O coração funciona como uma bomba natural, enviando sangue rico em oxigênio às células
Quais são os tipos de infarto?
Sabia que existe mais de um tipo de infarto?
A classificação pode ser feita de acordo com a área do coração afetada, a presença de alterações no eletrocardiograma ou causas combinadas a consequências.
No entanto, as duas primeiras divisões empregam critérios técnicos e costumam se restringir aos médicos, pois impactam no tipo de tratamento mais eficiente.
Para ilustrar sua complexidade, o infarto que apresenta anormalidades no eletrocardiograma é chamado STEMI, enquanto o que mostra um traçado normal recebe a nomenclatura NSTEMI.
Quanto às características gerais da patologia, ela pode ser separada em 5 tipos:
- Tipo 1: é o mais conhecido, desencadeado pela obstrução da passagem do sangue por uma artéria
- Tipo 2: ocasiona a diminuição da irrigação sanguínea no músculo cardíaco por causa de eventos graves. Um deles é a crise hipertensiva, que eleva a demanda por oxigênio de modo abrupto. Já espasmos das artérias, pressão baixa e ritmos anormais (arritmias) reduzem a oferta de oxigênio ao órgão
- Tipo 3 ou infarto fulminante: é o mais temido, pois leva à morte súbita. Geralmente, a falta de oxigênio e nutrientes mata a maioria das células cardíacas. Outro motivo são lesões que comprometem a frequência cardíaca normal, gerando arritmias graves
- Tipo 4: reúne os casos de infarto relacionados à angioplastia das artérias coronárias, procedimento realizado para desobstruir esses vasos sanguíneos por meio da inserção de um fino tubo que ajuda a restabelecer a passagem do sangue. Esse tipo inclui tanto o infarto que pode ocorrer logo após a angioplastia quanto os casos associados à trombose ou à reobstrução do stent, dispositivo implantado na artéria para ajudar a manter seu calibre
- Tipo 5: identificado quando existe relação entre o infarto e a revascularização cardíaca. Popularmente chamado de ponte de safena, o procedimento consiste em uma ligação artificial entre a artéria coronária e a aorta, eliminando a necessidade de que o sangue passe pelo trecho obstruído por outro evento cardiovascular.
Continue lendo para saber reconhecer os sinais de alerta para um infarto.
Quais são os primeiros sintomas de um infarto?
Perceber o infarto em estágio inicial é importante para que a vítima seja socorrida rapidamente, o que aumenta as chances de sucesso no tratamento.
Aproximadamente 60% dos óbitos acontecem nos primeiros 60 minutos após o início da doença.
E, algumas vezes, o problema demora para se manifestar com maior intensidade e por meio de sintomas clássicos.
Em outras palavras, nem sempre o infartado sente dor no peito.
Daí a necessidade de ligar o alerta para sinais menos evidentes, como cansaço excessivo ao menor esforço, falta de ar e náuseas.
Esses sintomas atípicos são mais frequentes em certos grupos de pacientes, como mulheres e idosos.
Porém, podem aparecer em qualquer indivíduo que esteja sofrendo os primeiros efeitos da obstrução de uma artéria coronária.
De qualquer forma, vale ficar de olho nos principais sintomas de infarto e correr ao pronto-socorro se perceber:
- Dor no peito aguda e prolongada (costuma durar cerca de 20 minutos), sentida como aperto ou peso mais para o lado esquerdo e que pode irradiar para o pescoço, costas, mandíbula e braço
- Formigamento nessas áreas
- Palidez
- Falta de ar
- Sudorese ou suor frio
- Enjoo
- Sensação de desmaio
- Tontura
- Inchaço nos pés e tornozelos.
A associação entre dois ou mais sintomas deve reforçar o alerta e cuidados.
Da mesma maneira, é preciso redobrar a atenção para qualquer sintoma, ainda que leve, em pacientes diabéticos, hipertensos, obesos ou com alto nível de colesterol no sangue.
O que fazer em caso de infarto?
Ao reconhecer os sinais de infarto, ligue para o SAMU 192 (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do SUS) ou chame uma ambulância do plano de saúde.
Isso porque cada segundo conta para salvar a vida da vítima, uma vez que o infarto é uma emergência tempo-dependente.
Enquanto aguarda pelos socorristas, mantenha o paciente em repouso em local tranquilo e ventilado e remova ou afrouxe as roupas dele.
Caso transporte a vítima até o pronto-socorro mais próximo, mantenha a ventilação em seu veículo e evite manobras bruscas no trânsito.
Como é o atendimento ao paciente que está infartando?
O manejo inicial do infarto começa com a equipe de socorristas, no próprio local onde ocorreu a emergência.
Médicos ou profissionais de enfermagem avaliam os sinais vitais e o nível de consciência da vítima, podendo fazer a intubação orotraqueal para manter a ventilação adequada.
Também pode ser administrado oxigênio suplementar por cateter nasal ou máscara, se a saturação de oxigênio for menor que 94%.
Se a taxa de glicemia for menor que 70 mg/dl, é administrada glicose.
A equipe ainda conduz um eletrocardiograma, usando um eletrocardiógrafo portátil presente na ambulância, que pode ser analisado em tempo real por um cardiologista online.
Dependendo do resultado, a equipe utiliza medicações como clopidogrel e nitrato sublingual para começar o tratamento do infarto, que terá continuidade em ambiente hospitalar.
Em seguida, o paciente é removido até um hospital ou unidade de pronto atendimento (UPA), conforme a disponibilidade de leitos.
Como é a recuperação após um infarto?
A recuperação começa ainda no hospital, quando o paciente recebe medicações e pode realizar fisioterapia para a reabilitação cardiovascular.
O programa consiste em exercícios físicos supervisionados, começando com períodos curtos aumentados gradualmente.
Se uma área grande do coração tiver sido afetada pelo infarto, o paciente pode ficar com sequelas como insuficiência cardíaca ou arritmias.
Mas, ainda que não haja sequelas, será preciso manter uma rotina terapêutica composta por:
- Medicamentos: aspirina e um fármaco para controle do colesterol (estatina) costumam ser prescritos para os meses após o infarto. Betabloqueadores, inibidores da enzima conversora da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina II são receitados em caso de insuficiência cardíaca
- Controle de doenças crônicas: o tratamento pode incluir remédio para diabetes, hipertensão e outras medidas para combater a obesidade, por exemplo
- Comportamentos saudáveis: dieta nutritiva e atividade física regular são essenciais para a saúde cardiovascular, devendo ser adotados pelos pacientes que sofreram infarto. Parar de fumar e de consumir bebidas alcoólicas também é uma boa pedida.
Aos poucos, o paciente consegue retomar as atividades diárias, ainda que com pequenas alterações.
A volta do trabalho deve ser autorizada pelo cardiologista, bem como o início de um novo esporte ou atividade física.

Atividades físicas, alimentação saudável e consultas periódicas ajudam a prevenir um infarto
É possível prevenir um infarto?
A maior parte dos fatores de risco é comportamental e, portanto, pode ser prevenida.
Claro que existem problemas presentes desde o nascimento (congênitos), fatores hereditários e a idade, que não podem ser contornados.
Mas o risco proveniente da aterosclerose, por exemplo, pode ser diminuído a partir da adoção de hábitos saudáveis.
E não sou eu quem está dizendo, mas sim pesquisas como a divulgada pela American Heart Association.
O estudo constatou que a prática de atividade física regular reduz as chances de infarto pela metade.
Outra pesquisa, publicada na revista científica americana JAMA Internal Medicine, demonstrou que o consumo de itens ricos em ômega 3 diminui em 10% o risco de ataque cardíaco fatal.
O nutriente está presente em peixes como salmão e anchova, sementes e óleos de linhaça e de canola.
Diminuir o consumo de carne vermelha, sal e alimentos gordurosos também ajuda a prevenir doenças cardiovasculares.
Dieta balanceada e exercício físico são ainda mais relevantes para portadores de doenças crônicas, como diabetes e pressão alta.
Por fim, vale ressaltar o efeito tóxico do tabaco e outras fumaças, que devem ser evitados para preservar a saúde cardíaca e vascular.
Médico online para a saúde do coração
Outra medida essencial é ter uma rotina preventiva de acompanhamento médico.
Isso porque doenças e complicações podem ser detectadas durante consultas ou exames simples, como o eletrocardiograma.
Simples, rápido e indolor, o ECG costuma fazer parte do check up médico anual.
O procedimento é solicitado durante atendimento feito pelo clínico geral ou cardiologista, de modo presencial ou online.
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Perguntas frequentes sobre infarto
Abaixo, veja respostas diretas para dúvidas comuns sobre esse evento cardiovascular.
Como é a dor do infarto?
A dor de infarto corresponde a um aperto no peito intenso e prolongado, na região central ou mais para a esquerda, com origem súbita. É difícil apontar sua localização específica, porque a dor é difusa e não melhora com movimentos. Também pode vir acompanhada por formigamento que irradia para o pescoço, face, costas ou braços.
Qual o batimento cardíaco de um infarto?
Dependendo do tipo de infarto, a vítima pode sentir o coração acelerado ou em ritmo irregular, com batimentos que ultrapassam os 120 bpm (batidas por minuto). Certos quadros, porém, são caracterizados por batimentos lentos, inferiores a 50 bpm (bradicardia). Portanto, a dica é buscar ajuda médica imediatamente diante dos sintomas de infarto.
Como saber se estou infartando?
Dor no peito, falta de ar, suor frio, palidez, náuseas, vômitos, desmaio ou sensação de desmaio estão entre os sintomas de infarto. Na suspeita, ligue para o SAMU 192.
O que não fazer em caso de infarto?
Não é indicado fazer esforço físico ou dirigir, comer ou beber líquidos, nem mesmo água. Evite também a automedicação, a não ser que haja orientação médica de ingerir ácido acetilsalicílico (AAS).
Conclusão
Neste texto, você aprendeu o que é infarto, suas causas e como pode ser evitado.
Lembre-se de que somente um médico pode diagnosticar o infarto e qualquer outra doença.
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Referências bibliográficas
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https://www.metropoles.com/saude/vida-apos-o-infarto-o-que-acontece-depois-de-um-ataque-cardiaco