Hepatite viral: principais tipos, sintomas, causas, diagnóstico e tratamento
Você provavelmente já ouviu falar em hepatite viral, mas sabe quais são os principais riscos e complicações geradas pela doença?
A patologia possui diversos tipos de manifestação, sendo que muitos deles são silenciosos e dificultam o diagnóstico precoce.
Isso porque, por mais que certos casos possam surgir de maneira leve, todos merecem atenção e exigem o devido tratamento, pois seu curso pode se agravar e até se tornar fatal.
Preparei este artigo para explicar melhor o que é hepatite viral, principais tipos, causas, sintomas, diagnóstico, tratamento e meios de prevenção.
Se preferir, clique aqui e acione o plantão clínico 24 horas!

O que é hepatite viral?
Hepatite viral é a inflamação do fígado causada por vírus.
Trata-se de uma patologia que afeta um dos órgãos mais importantes do sistema digestório, que tem papel essencial na desintoxicação.
As hepatites virais ocorrem por infecções ou doenças virais, ocasionadas por diferentes tipos de vírus.
Normalmente, a condição surge de maneira silenciosa e só costuma chamar a atenção dos pacientes após uma complicação.
Isso reforça a importância da medicina preventiva para identificar precocemente o problema e aumentar as chances de um tratamento bem-sucedido.
Segundo os dados da OMS divulgados no UOL, estima-se que a patologia provoque 1,3 milhão de mortes anualmente em todo o mundo.
Nesse sentido, os tipos A, B, C e D são os que mais atingem os brasileiros, sendo o primeiro recorrente na região Nordeste, o segundo e o terceiro na região Sudeste e o quarto no Norte.
Ainda que a hepatite E não seja tão prevalente, ela também pode ser grave e exige tantos cuidados quanto as demais.
Principais tipos de hepatite viral
Cada tipo de hepatite viral possui particularidades.
Porém, antes de conhecer os meios de transmissão, sintomas e tratamentos para cada caso, veja como eles se caracterizam:
Hepatite A
A hepatite A é uma doença infecciosa que ocorre por conta do vírus HAV, ou vírus A da hepatite.
Na maioria das situações, a condição é benigna, mas sua letalidade e a gravidade dos seus sintomas aumentam conforme a idade dos pacientes.
Segundo o Boletim Epidemiológico Especial – Hepatites Virais 2026, do Ministério da Saúde, estima-se que a hepatite A representa 20,8% das hepatites no Brasil.
Hepatite B
Já o vírus da hepatite B, ou HBV, às vezes não provoca sintomas, sendo comum que os pacientes só o identifiquem décadas após sua infecção, quando a gravidade é maior.
No entanto, cerca de 36,5% das hepatites no país são B, o que a coloca no segundo lugar entre as que mais atingem os brasileiros.

Hepatite C
Por sua vez, a hepatite C é um processo inflamatório que o vírus HCV gera, e pode ser agudo ou crônico.
Também é uma doença silenciosa, que causa inflamação persistente no fígado. É a mais comum no Brasil, com prevalência de 41,9%.
Hepatite D
Conhecida como hepatite Delta, a doença se desenvolve por conta do vírus HDV e tem associação com a hepatite B. Isso porque as infecções acontecem simultaneamente ou como resultado de uma infecção crônica pelo HBV.
Mesmo sendo a mais grave de todas, com progressão acelerada para cirrose e alta mortalidade, a hepatite D é uma das menos comuns, atingindo apenas 0,6% da população.
Hepatite E
Por fim, a hepatite E é causada pelo vírus HEV, sendo uma doença aguda, de curta duração e autolimitada.
Apesar de ser benigna em grande parte dos casos e raramente se tornar crônica, ela pode ser grave em gestantes.
Sua incidência é baixa, alcançando 0,2% de acordo com o Boletim Epidemiológico.

As hepatites virais ocorrem por infecções ou doenças virais, ocasionadas por diferentes tipos de vírus
Qual a diferença entre hepatite viral aguda e crônica?
A distinção entre elas está na duração da doença.
A hepatite viral aguda dura até 6 meses, tendo a maioria dos casos correspondentes à infecção pelo vírus HAV (hepatite A).
No entanto, a fase aguda também pode ser a etapa inicial da infecção relativa às hepatites B, C e D.
Nesses casos, ela antecede a hepatite crônica, que se estende por mais de 6 meses, podendo permanecer por anos no organismo do paciente.
As chances de desenvolver uma infecção crônica variam conforme o tipo de vírus e fatores ligados ao indivíduo.
A taxa geral de cronificação do HBV é de 5% a 10% dos casos em adultos, mas aumenta para 20% a 50% em crianças de 1 a 5 anos e para 90% em bebês menores de 1 ano.
Por sua vez, a hepatite C tem 60 a 90% de chances de se tornar crônica.
O que causa e como ocorre a transmissão de uma hepatite viral?
As hepatites virais têm transmissão variável, que muda de acordo com o seu tipo específico.
Confira detalhes a seguir:
Causas e transmissão da hepatite A
A hepatite por HAV, ou “hepatite infecciosa”, tem esse nome porque seu vírus é transmitido pela via fecal-oral.
Isso porque o vírus está presente em água e alimentos contaminados, geralmente por conta da falta de tratamento de esgoto.
Causas e transmissão da hepatite B
No caso do vírus HBV, a transmissão ocorre pelo contato com fluidos corporais, como sangue, secreções, entre outros.
Isso a torna uma infecção sexualmente transmissível (IST), ou que se adquire pelo uso de objetos pessoais infectados, pelo compartilhamento de seringas ou outros perfurantes.

Caso gestantes se infectem, também há o risco de que a hepatite B passe de mãe para filho.
Causas e transmissão da hepatite C
A transmissão do HCV é muito semelhante à do HBV, já que o vírus está presente no sangue dos indivíduos contaminados.
Portanto, sua causa tem relação com fluidos corporais de pessoas doentes.
Causas e transmissão da hepatite D
Nesse caso, as formas de infecção também são iguais às da hepatite B, mas ainda há o agravante de que as doenças têm relação.
Além de terem os mesmos meios de transmissão, o HDV pode ocorrer simultaneamente ao HBV ou como consequência de sua manifestação crônica.
Causas e transmissão da hepatite E
A hepatite E tem as mesmas causas da hepatite A. Ou seja, pode ocorrer pela transmissão por meio fecal-oral.
Ainda vale relembrar que sua ocorrência é bastante rara no Brasil, sendo mais comum em países da Ásia e da África.
Quais são os sintomas da hepatite viral?
Da mesma forma que ocorre com as causas, a hepatite viral possui sintomas que se apresentam de diferentes maneiras entre seus tipos.
Veja como reconhecer a doença em cada situação:
Sintomas da hepatite A
Os sinais iniciais da hepatite A são inespecíficos, incluindo dor de cabeça, febre, mal-estar, cansaço e dores musculares.
Também é comum que sintomas gastrointestinais surjam em seguida, como vômitos, dor abdominal, enjoo e constipação ou diarreia.
Eles aparecem entre 15 e 50 dias após a infecção, com duração menor que dois meses.
A icterícia (pele e olhos amarelados) também é uma característica comum da HAV, que ocorre na fase após o surgimento de urina escurecida.
Sintomas da hepatite B
A hepatite B é assintomática em grande parte dos casos.
Por isso, seu diagnóstico às vezes ocorre décadas após a infecção.
Inclusive, os sinais surgem em estágios avançados da patologia e têm ligação com outros problemas que ocorrem no fígado.
Os mais comuns incluem dor abdominal, icterícia, febre, tontura, enjoo e fadiga.
Sintomas da hepatite C
Na grande maioria dos pacientes, a hepatite C não costuma gerar sintomas.
Por isso, a realização de exames de rotina e de testagens espontâneas entre a população é fundamental para combater sua ocorrência e possíveis agravos.
Sintomas da hepatite D
Assim como nas demais hepatites virais, o HDV pode ter sintomas inespecíficos ou inexistentes, sendo fundamental realizar exames de rotina para identificá-la.

Porém, quando ocorrem, os sinais também incluem dores abdominais, urina escura, enjoo, cansaço, tontura, febre e icterícia.
Sintomas da hepatite E
Normalmente, a hepatite E causa uma infecção de curta duração, que se limita de 2 a 6 semanas.
Em adultos jovens, sua manifestação é indistinguível clinicamente de outras hepatites virais agudas.
Já nas crianças, ela pode não ter sintomas ou ser extremamente leve.
Além disso, os sinais iniciais podem incluir febre, dores musculares, mal-estar e cansaço excessivo, além de icterícia, enjoo, vômitos, dor abdominal e diarreia ou constipação.
No caso das gestantes, há maior risco de insuficiência hepática aguda, mortalidade ou perda fetal.
Isso é mais comum entre o segundo e terceiro trimestre de gravidez.
Como é feito o diagnóstico de hepatite viral?
Durante a consulta médica, o profissional de saúde pode solicitar diferentes tipos de exames para confirmar a presença de uma hepatite viral.
Entretanto, cada tipo da doença possui marcadores específicos, e os procedimentos variam da seguinte maneira:
Diagnóstico da hepatite A
Após o surgimento dos sintomas, algumas análises determinam o diagnóstico por meio do reconhecimento dos anticorpos que atuam contra o HAV.
Os marcadores descritos pelo Ministério da Saúde são anti-HAV IgM, para infecção atual ou recente, e IgG, para infecção passada ou resposta vacinal.
Diagnóstico da hepatite B
O diagnóstico da hepatite B é feito por exames de sangue que identificam marcadores específicos da infecção pelo HBV.
A triagem é realizada pela pesquisa do HBsAg, e, diante de resultado reagente, são feitos exames complementares, preferencialmente a detecção do HBV-DNA, que identifica o material genético do vírus, ou a análise de outros marcadores, como anti-HBc total e HBeAg.
Exames como ALT e AST ajudam a avaliar a presença de lesão hepática, enquanto métodos como ultrassonografia e elastografia podem ser utilizados para avaliar o estado do fígado e o grau de fibrose, especialmente no acompanhamento da doença crônica.
Diagnóstico da hepatite C
Sempre que a carga viral da hepatite C é muito alta e se torna crônica, o diagnóstico determina o grau de comprometimento do fígado.
Isso também é feito por exames de imagem, sangue ou elastografia.
Além disso, certos casos podem exigir biópsia do órgão.
Diagnóstico da hepatite D
A hepatite Delta tem seu diagnóstico por meio da presença de anticorpos específicos.
Nesse caso, os marcadores são para anti-HDV.
Diagnóstico da hepatite E
Na hepatite E, os testes sorológicos identificam praticamente os mesmos anticorpos analisados na hepatite A, como o IGM e o IGG.

Hepatite viral pode causar complicações graves?
Sim, todos os tipos de hepatite viral podem provocar complicações graves, em especial quando não tratadas.
Embora seja raro, a hepatite A pode evoluir para hepatite fulminante – um quadro de insuficiência hepática aguda em que há destruição acelerada das células hepáticas, representando ameaça à vida.
A hepatite B também pode desencadear esse problema, além de poder se tornar crônica, semelhantemente à hepatite C.
Nesse cenário, o fígado sofre lesões contínuas e progressivas, o que pode gerar seu endurecimento (cirrose hepática).
E eleva o risco de mutações celulares que culminam em câncer de fígado.

A hepatite A é uma doença infecciosa que ocorre por conta do vírus HAV, ou vírus A da hepatite
O que é preciso para o tratamento de uma hepatite viral?
O diagnóstico de hepatite viral orienta tratamentos de acordo com o tipo da doença e o grau de acometimento do indivíduo, o que inclui:
Tratamento para hepatite A
A hepatite A não possui uma terapia pré-definida.
Tudo varia de acordo com o quadro clínico, que dita as intervenções a que o paciente tem direito.
Normalmente, são prescritos medicamentos para evitar a desidratação e aliviar sintomas em geral.
Contudo, situações mais graves podem exigir a hospitalização, como na ocorrência de insuficiência hepática aguda.
Mesmo com a importância da intervenção medicamentosa, lembre-se de nunca recorrer à automedicação, pois certas substâncias podem trazer riscos e agravamentos sérios sem a indicação de um médico.
Tratamento para hepatite B
A hepatite B aguda não possui tratamento antiviral específico de rotina. Assim, o cuidado é principalmente sintomático.
Antivirais são empregados na forma crônica conforme indicação clínica.
Porém, em todos os casos, é importante que o paciente mude certos hábitos, evitando o consumo de álcool e outras substâncias nocivas ao fígado.
Tratamento para hepatite C
É comum combater a hepatite C por meio de antivirais, que servem para enfrentar a ação do HCV no organismo.
Contudo, como nas demais situações, as terapias podem variar de acordo com a situação do paciente e suas necessidades.
Tratamento para hepatite D
A hepatite D também exige o uso de medicamentos específicos para os sintomas e condições do paciente, junto à boa alimentação, repouso e veto a bebidas alcoólicas.
Tratamento para hepatite E
Na hepatite E aguda não há tratamento antiviral específico capaz de alterar o curso da doença.
Dessa forma, o manejo é principalmente de suporte.
A abordagem também pede a suspensão do álcool e de alimentos nocivos, além de esforços físicos.

Como prevenir a contração de uma hepatite viral?
Os métodos de prevenção das hepatites virais têm ligação com as causas de cada um dos seus tipos, o que pode compreender cuidados como:
Prevenção da hepatite A
Como a hepatite A tem transmissão entre as pessoas ou de modo oral-fecal, é importante evitar contato com pessoas doentes, prezar por saneamento básico e hábitos de higiene, tratamento de água, evitar esgotos a céu aberto, entre outros cuidados.
Inclusive, há uma vacina contra o HAV disponível no SUS.
Ela integra o calendário infantil do SUS, com dose aos 15 meses, além de ser oferecida a diversos grupos com condições especiais.
Prevenção da hepatite B
Considerando que a hepatite B pode ocorrer pelo contato com fluídos corporais, é fundamental utilizar preservativos durante relações sexuais e não compartilhar itens pessoais.
É importante, ainda, garantir a esterilização de objetos perfurantes, seja em tratamentos de acupuntura, estúdios de tatuagem e serviços semelhantes.
Quanto à imunização, a vacina contra hepatite B é disponibilizada pelo SUS para todas as pessoas não vacinadas, independentemente da idade.
Prevenção da hepatite C
O vírus HCV não é transmitido por contato casual, como abraçar, beijar ou compartilhar alimentos.
A prevenção deve se concentrar principalmente na exposição a sangue contaminado e demais vias efetivas.
Ao contrário do HAV e HBV, não há uma vacina para o vírus HCV.
Prevenção da hepatite D
Mais uma vez, a prevenção tem relação com os cuidados no contato sexual, no compartilhamento de objetos e na proteção geral.
Não existe vacina específica contra o vírus HDV.
Porém, a vacinação contra hepatite B previne também a hepatite D, já que o HDV depende da presença do HBV.
Prevenção da hepatite E
Para finalizar, voltamos às mesmas medidas da hepatite A, já que as principais vias de transmissão do HEV são orais-fecais, sobretudo por água contaminada.
O Ministério da Saúde também relaciona carne contaminada mal cozida, produtos sanguíneos e transmissão vertical.
Portanto, é fundamental manter bons hábitos de higiene, contar com saneamento básico e tratamento de esgoto.
Quando procurar atendimento médico por suspeita de hepatite viral?
Essa doença é silenciosa em muitos casos.
Portanto, você deve procurar um médico sempre que houver alterações nos exames de rotina ou qualquer sintoma sugestivo de hepatite viral, ou seja:
- Pele e olhos amarelados (icterícia)
- Urina escura, com “cor de refrigerante”
- Fezes claras
- Desconforto ou cólicas abdominais
- Cansaço intenso e persistente (fadiga)
- Enjoo e perda de apetite
- Diarreia ou prisão de ventre.
Se você teve contato com pessoas infectadas, objetos perfurocortantes sem garantia de esterilização, recebeu uma transfusão de sangue ou transplante recentemente, também deve fazer os exames para investigar uma possível hepatite viral.
Procedimentos de rastreamento e diagnóstico podem ser conduzidos pelo hepatologista (especialista em doenças do fígado) ou infectologista (especialista em doenças infecciosas).

Ou mesmo pelo médico especializado no trato digestivo (gastroenterologista) ou generalista, como clínico geral ou pediatra, para crianças e adolescentes.
Consulte online via telemedicina
Você pode contar com a praticidade da consulta de telemedicina para manter os cuidados de saúde em dia.
Acesse agora a página de agendamentos e digite a especialidade desejada no campo de busca avançada para marcar uma teleconsulta.
Selecione o médico, dia e horário de sua preferência e faça login ou cadastro na plataforma de telemedicina.
Preencha os dados pedidos, efetue o pagamento e pronto! Sua teleconsulta no sistema Morsch estará marcada.
Você ainda pode aproveitar o desconto de 30% em todos os teleatendimentos, usando o Cartão Morsch.
Clique aqui e economize de um jeito inteligente!
Perguntas frequentes sobre hepatite viral
Nesta seção, você confere respostas para outras questões recorrentes sobre a doença.
O que é hepatite viral e como se pega?
Hepatite viral é a inflamação do fígado provocada por vírus. Ela pode ser adquirida ao ingerir água ou alimentos contaminados, ou pelo contato com fluidos corporais infectados, como o sangue (via sexo desprotegido, compartilhamento de agulhas e seringas, materiais de tatuagem ou manicure contaminados, etc.).
A hepatite viral tem cura?
Depende do tipo de hepatite. Hepatites A e E geralmente têm cura espontânea após algumas semanas, quando as células de defesa expulsam o vírus causador. Mais de 95% dos casos de hepatite C têm cura definitiva após o tratamento com remédios antivirais.
Já a hepatite B crônica não tem cura, mas tem tratamento e controle. Se o vírus HBV estiver presente nos quadros de hepatite D, também prejudica as chances de cura.
Quanto tempo dura a hepatite viral?
A duração da hepatite viral varia conforme o vírus causador e a evolução da infecção. As hepatites A e E geralmente são agudas e costumam se resolver em algumas semanas. Já as hepatites B e C podem apresentar uma fase aguda e, em parte dos casos, evoluir para formas crônicas, que persistem por mais de seis meses e podem permanecer durante anos.
Qual a hepatite mais perigosa?
De 60% a 90% dos casos de hepatite C se tornam crônicos, expondo o fígado a lesões progressivas. Já a hepatite D costuma surgir em pessoas infectadas pela hepatite B, gerando uma dupla infecção que aumenta as chances de cirrose, câncer e complicações potencialmente fatais.
Conclusão
Conforme abordei ao longo do artigo, as hepatites virais podem se manifestar de diferentes maneiras, mas todas trazem riscos e exigem cuidado entre os pacientes.
Por serem doenças silenciosas e muitas vezes de potencial crônico, é fundamental adotar meios de prevenção e prezar pelos exames de rotina, que ajudam no diagnóstico precoce e dão melhores chances de sucesso para os tratamentos.
Se você gostou deste artigo e quer ficar por dentro de temas tão importantes quanto a hepatite viral, não deixe de acompanhar outros conteúdos sobre saúde no blog.
Referências bibliográficas
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/09/21/mesmo-sendo-diferentes-hepatites-virais-somam-40-mil-casos-no-brasil.htm
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais/hepatite-d

https://aps-repo.bvs.br/aps/como-se-transmite-e-quais-os-sintomas-das-hepatites-a-b-e-c/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/i/ist
https://www.sbp.com.br/pediatria-para-familias/doencas/o-que-e-hepatite-viral/
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais/hepatite-c
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2026/boletim-epidemiologico-hv-2026.pdf/view