Plano de saúde mais barato: o que determina o preço e como escolher?

Por Dr. José Aldair Morsch, 13 de janeiro de 2026
Plano de saúde mais barato

A busca por um plano de saúde mais barato passa por conhecer as principais modalidades e coberturas disponíveis.

Além, é claro, de pesquisar os produtos e condições das operadoras de convênio médico que atendem na sua região.

É sobre isso que falo a partir de agora.

Você vai conhecer as regras de precificação dos planos, entender os riscos de não ter assistência médica básica e conferir dicas para economizar com os cuidados de saúde.

Já adianto que uma alternativa mais acessível que o plano de saúde é atendimento rápido via teleconsulta.

O que torna um plano de saúde mais barato?

A precificação do plano de saúde no Brasil depende de fatores relacionados ao perfil do cliente, serviços inclusos, área de atendimento e modalidade de pagamento.

Nesse contexto, listo abaixo os principais pontos a serem analisados.

Tipo de plano de saúde

O convênio pode ser individual ou coletivo, e isso impacta no preço das mensalidades.

Planos individuais ou familiares tendem a ser mais caros, e são contratados diretamente por pessoas físicas.

Enquanto as opções de plano coletivo empresarial ou coletivo por adesão cobram valores mais em conta, sendo restritos a pessoas jurídicas ou vinculadas a entidades.

Plano de saúde barato

A precificação do plano de saúde no Brasil depende de fatores relacionados ao perfil do cliente

Coberturas disponíveis

A cobertura diz respeito aos procedimentos atendidos pelo plano de saúde.

Existem três modalidades mais populares.

São elas:

  • Plano ambulatorial: atende apenas procedimentos de baixa complexidade e que não apresentam risco à vida, excluindo internação. Consultas, exames e tratamentos feitos em ambulatório estão inclusos
  • Plano hospitalar: atende a procedimentos de alta complexidade e dá direito à internação hospitalar. Geralmente, é oferecido na modalidade ambulatorial + hospitalar
  • Plano hospitalar com obstetrícia: oferta assistência à gestante, o que engloba pré-natal, parto e atendimento ao recém-nascido durante os primeiros 30 dias de vida. Também contempla a cobertura hospitalar e costuma ser comercializado como plano ambulatorial + hospitalar com obstetrícia.

Muito importante também verificar a abrangência do plano, como explico a seguir.

Abrangência e rede credenciada

A área de abrangência define as localidades atendidas pelo convênio médico, podendo ser municipal, regional (incluindo algumas cidades, por exemplo), estadual, nacional ou até internacional.

Quanto maior a abrangência, mais caro será o plano.

Alguns convênios ainda oferecem uma rede credenciada com hospitais, serviços e profissionais diferenciados em certas categorias, o que pode elevar o preço.

Coparticipação

Passando para a modalidade de pagamento, pode haver diferença na composição das mensalidades.

Existem alternativas em que o cliente paga um valor fixo por mês, que dá direito a consultas, exames e procedimentos ilimitados dentro dos serviços atendidos.

Mas também dá para adquirir planos com coparticipação, em que a mensalidade é menor e o cliente paga uma taxa adicional por serviço utilizado.

Quais as diferenças entre o plano de saúde mais barato e o mais caro?

Considerando os critérios que mencionei acima, um plano de saúde mais barato costuma ter as seguintes características:

  • Coletivo empresarial ou por adesão, que tem custo mais baixo que o individual
  • Ambulatorial, uma vez que procedimentos de alta complexidade, internação e parto encarecem o valor das mensalidades
  • De abrangência municipal ou regional, porque o atendimento nacional ou internacional tem maior custo
  • Com rede credenciada enxuta e limitada à região de cobertura
  • Com coparticipação para diminuir o preço fixo mensal.

Mas há alternativas. 

Continue lendo para saber como economizar com um plano de saúde.

Dicas para encontrar o plano de saúde com melhor custo-benefício

Quando se fala em custo-benefício, é preciso avaliar quesitos além do preço.

Imagine, por exemplo, contratar um convênio médico barato, mas que não oferece assistência para cuidar de uma doença crônica já diagnosticada.

Ou escolher uma cobertura sem obstetrícia durante o planejamento de uma gravidez.

Daí a importância de estabelecer suas prioridades, ou seja, os serviços que o plano precisa cobrir.

Em seguida, verifique se você tem direito a um convênio coletivo, seja através da empresa em que trabalha ou por meio de um sindicato, associação ou federação de sua classe profissional.

Caso você não tenha comorbidades, também pode fazer sentido escolher um plano com coparticipação.

Plano de saúde mais em conta

A cobertura diz respeito aos procedimentos atendidos pelo plano de saúde

Quais os riscos de não ter um plano de saúde?

Depender exclusivamente do SUS pode atrasar bastante as consultas e exames, permitindo que doenças se agravem.

Segundo a pesquisa “A Classe C e a Saúde: os desafios de acesso a exames e consultas”, feita pelo Instituto Locomotiva, essa situação já aconteceu com 24% dos brasileiros que aguardavam por atendimento via saúde pública.

Para dar uma ideia do problema, um buscador divulgado nesta reportagem revela que o tempo médio de espera por consulta via SUS é de 57 dias, ainda que seja com um médico generalista (clínico geral).

A situação é ainda mais grave em caso de consulta com especialistas, chegando a uma fila de 2 anos para atendimento por um especialista em genética no Mato Grosso.

Daí a razão para 60% dos brasileiros considerarem muito longa a espera por consultas com especialistas no SUS, e 46%, com médicos generalistas, conforme o estudo do Instituto Locomotiva.

Além do mais, um terço dos participantes da pesquisa afirmou ter desistido de esperar e marcado uma consulta particular.

Cartão Morsch: alternativa barata ao plano de saúde

Mesmo com as dicas para diminuir o valor do plano de saúde, a mensalidade ainda pode ser alta, principalmente para quem não tem acesso a modalidades coletivas.

Por outro lado, problemas do SUS dificultam os cuidados de atenção básica, como as consultas para prevenir complicações de saúde.

A boa notícia é que existe um jeito inteligente de economizar com serviços de saúde: o Cartão Morsch.

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Conclusão

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Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG – Fundação Universidade do Rio Grande – RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica pela PUCRS. Linkedin