Histamin dá sono? Entenda quais são as reações adversas

Por Dr. José Aldair Morsch, 30 de março de 2026
Histamin dá sono

Geralmente, o uso de Histamin dá sono, devido ao princípio ativo desse medicamento.

É o que vou explicar ao longo deste texto.

Falo também sobre outros refeitos, reações adversas, contraindicações e como tomar o remédio com segurança.

Adianto que isso começa com a correta avaliação e prescrição médica.

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Histamin dá sono?

Sim, o medicamento causa sonolência leve a moderada em até 10% dos pacientes.

Ou seja, o sono é um efeito colateral frequente durante o uso do Histamin, devido à ação de seu princípio ativo: o maleato de dexclorfeniramina.

Classificado como anti-histamínico (antialérgico), o remédio alivia os sintomas da alergia a partir do combate aos efeitos da histamina.

Essa substância produzida pelo organismo é responsável pela coceira, vermelhidão e demais manifestações de quadros alérgicos.

Além da dexclorfeniramina presente no Histamin, fármacos contendo outros antialérgicos de primeira geração, como clorfeniramina, difenidramina e hidroxizina, também costumam causar sonolência.

Histamin provoca sono

A bula cita a sonolência leve ou moderada durante o uso como reação adversa mais comum

Quais os efeitos colaterais do Histamin?

Consultada através do bulário da Anvisa, a bula do Histamin cita a sonolência leve ou moderada durante o uso como reação adversa mais comum.

Tanto que não é recomendado realizar atividades que exigem concentração, como dirigir ou operar máquinas, durante o tratamento com esse fármaco.

Mais raramente, o medicamento pode causar pressão baixa, dor de cabeça, náusea, visão borrada, dificuldade para respirar, reações alérgicas graves e outros sintomas.

Na ocorrência deles, procure ajuda médica o mais rápido possível.

Quem não deve tomar Histamin?

O remédio é contraindicado para:

  • Pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou a outros anti-histamínicos de estrutura química similar
  • Recém-nascidos, prematuros e menores de 2 anos
  • Pacientes que estão fazendo uso de inibidores da monoaminoxidase (IMAOs)
  • Mulheres grávidas ou amamentando, salvo sob orientação e supervisão médica.

Na sequência, explico como tomar o medicamento.

Como tomar Histamin?

Disponível na forma de xarope ou comprimido, o fármaco deve ser tomado por via oral, de acordo com a orientação médica.

Os comprimidos só devem ser tomados por adultos e crianças maiores de 12 anos.

Veja os esquemas terapêuticos descritos na bula do remédio a seguir:

  • Adultos e crianças maiores de 12 anos: 1 comprimido 3 a 4 vezes por dia. Não ultrapassar a dose máxima de 12 mg/dia (ou seja, 6 comprimidos/dia). Ou 5 mL 3 a 4 vezes por dia, sem ultrapassar a dose máxima de 30 mL/dia
  • Crianças de 6 a 12 anos: 2,5 mL três vezes por dia. Um máximo de 6 mg diários (ou seja, 15 mL/dia)
  • Crianças de 2 a 6 anos: 1,25 mL três vezes por dia. Um máximo de 3 mg diários (ou seja, 7,5mL/dia). 

Para receber o diagnóstico e a prescrição correta, marque uma consulta presencial ou teleconsulta no sistema Morsch.

Basta usar um dispositivo com internet para acessar a página de agendamentos e digitar a especialidade desejada.

Na dúvida, procure pelo clínico geral ou pediatra (para crianças e adolescentes).

Em seguida, faça login ou cadastro na plataforma de telemedicina e efetue o pagamento para confirmar a marcação da consulta online.

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Conclusão

Histamin dá sono e, como todo medicamento, só deve ser usado conforme a recomendação do médico.

Fuja da automedicação, que pode mascarar sintomas e até piorar seu quadro de saúde.

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Este conteúdo tem caráter estritamente informativo. A Telemedicina Morsch não possui vínculo ou relação comercial com indústrias farmacêuticas. Converse sempre com seu médico para receber o tratamento adequado.

 

Referências bibliográficas

https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?nomeProduto=histamin

https://www.uol.com.br/vivabem/saude/bula/histamin.htm

https://g1.globo.com/saude/especial-publicitario/allegra/noticia/2025/09/23/seu-antialergico-da-sono-entenda-por-que-esse-sono-nao-e-restaurador.ghtml

https://saude.abril.com.br/medicina/saiba-os-riscos-dos-anti-histaminicos-de-primeira-geracao-para-as-criancas/

 

Dr. José Aldair Morsch
Dr. José Aldair Morsch
Cardiologista
Médico formado pela FAMED - FURG – Fundação Universidade do Rio Grande – RS em 1993 - CRM RS 20142. Medicina interna e Cardiologista pela PUCRS - RQE 11133. Pós-graduação em Ecocardiografia e Cardiologia Pediátrica pela PUCRS. Linkedin